Há exatos 34 anos, as eleições agitaram Jundiaí. A votação ocorreu no dia 15 de novembro, um sábado. Eram tempos bem diferentes. Os santinhos forravam as ruas próximas das zonas eleitorais e entupiam as bocas de lobo. A papelada era reflexo da liberdade que se tinha para fazer boca de urna, o apelo final para se votar em um determinado candidato.

Muros também não escapavam. Eram pintados ou recebiam cartazes daqueles que queriam se eleger. Uma história que corria as redações: um repórter questionou determinado candidato a prefeito sobre a ausência de propaganda dele nos muros. E o candidato respondeu curto e grosso, como era seu estilo: “Muro não vota”.

Aliás, votar era diferente também. Havia a cédula e tinha de se fazer um ‘X’ no candidato preferido. Depois, se depositava o papel em uma urna que nada tem a ver com as atuais. Os votos seguiam, encerrado o pleito, para o Bolão. Lá ocorria a apuração que levava dias. Então, vamos relembrar as eleições de 1986…

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