AGPG negará falta de oxigênio. Morre terceira paciente

AGPG

Quando prestar esclarecimentos aos vereadores da Câmara de Itupeva, a direção da Organização de Saúde(OS) Associação Paulista de Gestão Pública(AGPG) alegará que não faltou oxigênio para os três pacientes que estavam internados no hospital Nossa Senhora Aparecida, em Itupeva, na madrugada do último sábado(20). Eles foram transferidos às pressas para o Hospital São Vicente(HSV), em Jundiaí. Um deles morreu no dia seguinte. O outro, na tarde de segunda-feira(22). A terceira paciente, de acordo com o HSV, morreu no final da tarde de quinta(25). A AGPG é responsável pela administração do hospital. O médico Luís Henrique Bignotto, diretor técnico da OS explicou ao Jundiaí Agora que a capacidade do tanque principal baixou e disparou o alerta de segurança. “Não faltou oxigênio para nenhum paciente”, reiterou o médico.

Na segunda-feira(22), a Prefeitura de Itupeva divulgou nota informando que as transferências foram ocasionadas por “intercorrências técnicas”. A entrada(ou saída) de um cilindro e a retirada de pelo menos um doente do hospital foram flagradas pelo empresário Almir Gonçalves, que postou as fotos no Facebook. O vereador Eri Campos esteve no hospital. Nas redes sociais começaram a especulações de que teria faltado oxigênio.

Ainda na segunda, a Câmara informou que acompanhava o caso através da Prefeitura e que não deveria instaurar nenhum procedimento de apuração. Eri Campos, por outro lado, afirmou que fez uma representação no Ministério Público e que havia movimentação no Legislativo para abertura de CI. Na tarde da última quarta-feira(24), foi aprovado requerimento, durante a sessão da Câmara, que solicita explicações de representantes da Secretaria de Saúde, AGPG e dos médicos de plantão. O requerimento não cita datas para ouvi-los.

Bignotto disse que a Organização de Saúde está acompanhando as versões que passaram a circular na internet. “Lamentamos a desinformação e especulações. Os cilindros de backup(segurança) estavam no hospital e foram disponibilizados assim que o alarme disparou, conforme procedimento padrão da equipe de enfermagem”.

“O quadro dos pacientes era estável, porém pacientes com essa doença evoluem com piora do padrão respiratório rapidamente. Esse fato é observado em um grupo de pacientes que evoluem desfavoravelmente mesmo estando assistidos intensivamente com a terapia clínica instituída”, disse o médico.

Já sobre a opção pela transferência dos pacientes para o São Vicente, o diretor da AGPG informou que “o quadro clínico deles demandava retaguarda da referência, o hospital de Jundiaí, conforme avaliação do médico plantonista assistente. No momento em que o alarme disparou, explicou o Bignotto, o hospital de Itupeva contava com 11 pacientes utilizando oxigênio.

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