Rosa, 102 anos – Projeto Integrador ajuda Amani na FACULDADE

FACULDADE

Amani Poli Askari(na foto acima à esquerda) fez o curso de Informática na Escola Professor Luiz Rosa. Agora, a jovem que tem 18 anos está fazendo a faculdade de Arquitetura, onde – por conta de seu desempenho – recebeu um prêmio, que tem tudo a ver com o Projeto Integrador do Rosa. “Este projeto foi uma experiência importante e que me ajuda muito, começando pelos trabalhos que tenho de apresentar e os documentos que são entregues. São habilidades que aprendi no Rosa”, afirma. A entrevista com Amani:

Você veio de outra escola. Quando chegou ao Rosa sentiu diferença quando chegou ao colegial? 

Muita, as duas escolas são completamente diferentes e as experiências que tive também. Começando pelo ambiente e as sensações. Desde o primeiro momento em que comecei a estudar no Rosa, a escola é muito acolhedora e sempre trouxe um ar de conforto, com ótimas pessoas sempre prontas para desejar um bom dia de manhã com muitos sorrisos, os professores e a coordenadora sempre à disposição dos alunos.

Quando estudou no Rosa?

Comecei a estudar no Rosa em 2015 e me formei em 2017, no curso de Informática.

Por que escolheu este curso?

Na época, eu tinha muito interesse pela área de programação e pensava em, inclusive, continuar estudando esta área depois, na faculdade. Como conhecia, previamente, a metodologia e o estilo da escola, já que minha mãe é professora lá e minha tia é a coordenadora do ensino médio, não pensei duas vezes em fazer o ensino médio no Rosa e começar a estudar Informática.

Fez estágio enquanto estudava? Chegou a trabalhar nesta área? Se sim, como foi a experiência? O curso ajudou?

Sim, no segundo ano fui indicada pelo professor José Paulo para uma vaga de estágio em TI, trabalhei na área por um ano e três meses. A experiência foi incrível, pude vivenciar a rotina no suporte de TI, ampliar meus conhecimentos e conhecer novas pessoas. Com o que eu já havia aprendido com o curso e as atividades propostas pela escola para melhorar a comunicação e apresentações consegui uma ótima base para começar o estágio, o que me ajudou muito desde a dinâmica em grupo até o último dia na empresa.

Da para mensurar a importância do Rosa para você? A mudou de alguma forma? Você ‘cresceu’ nos três anos de colegial?

Nossa! Tem uma importância imensa na minha vida, algo que nunca vou esquecer. Cresci muito nos anos em que estudei no Rosa, desenvolvi habilidades que nem passavam pela minha cabeça, comecei a pensar fora da caixa, algo muito presente na metodologia da escola, minha comunicação melhorou muito, por conta dos inúmeros trabalhos em grupo e com apresentações da escola. A escola me abriu portas e tem me ajudado muito em questões que venho tendo, hoje em dia, na faculdade e muitas vezes, nas aulas e nos trabalhos que tenho hoje, lembro do que aprendi no Rosa.

Hoje você faz Arquitetura na Anhembi Morumbi. Por que escolheu esta área?

Desde sempre gostei muito de Informática e Design de Interiores, após iniciar o curso do Rosa, vi que por mais que gostasse e ainda goste muito da área, não é nela que queria seguir na faculdade. Então, resolvi ir para a área de Design de Interiores. Entretanto, minha mãe sugeriu que eu fizesse Arquitetura e Urbanismo por ser mais amplo, abrangendo várias áreas. Não poderia ter feito uma escolha melhor, venho me encontrando cada vez mais no curso.

De alguma forma, o curso do Rosa está ajudando?

Sim, muito! Começando pelos vários trabalhos que preciso apresentar e os documentos escritos que entrego todo semestre, habilidades que obtive e desenvolvi no Rosa com a ajuda de todos os professores; e, também, nas relações pessoais e profissionais que são desenvolvidas todos os dias, que com as dinâmicas e aulas do Rosa pude melhorar muito.

Verdade que você foi escolhida melhor aluna da turma neste semestre? Como foi esta escolha e o que representa isto para você?

Sim. Por conta do meu desempenho no 2° semestre de 2018 fui premiada no Anhembi Morumbi Honors, primeiramente, fiquei extremamente feliz por isso, era algo que eu queria muito, mas não estava esperando e fui pega de surpresa. Acho que mostra que estou no caminho certo e me faz querer me esforçar mais para, se possível, receber mais prêmios deste e, consequentemente, ganhar cada vez mais conhecimento nesta área que eu gosto tanto.

O que o Projeto Integrador do Rosa tem a ver com seu bom desempenho na faculdade?

O Projeto Integrador tem me ajudado muito, em todas as matérias que tenho na faculdade, já que todo mês preciso escrever um documento escrito por matéria e vejo que possuo muito mais facilidade do que os outros que nunca tiveram matérias e projetos como este no ensino médio e nem o preparo que o Rosa proporciona e também quando preciso apresentar trabalhos, algo muito presente e desenvolvido nas aulas que tive no Rosa.

Sente saudades do Rosa? Dos amigos? Dos professores? 

Demais! Do ambiente, dos eventos da escola, de poder ver meus amigos todos os dias de manhã, algo mais difícil hoje em dia, por conta da faculdade e por muitos também estarem trabalhando, da proximidade que tínhamos com os professores, que se tornavam nossos amigos também, algo mais difícil de se ver em uma universidade, da dinâmica das aulas e dos próprios dias na escola.

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Quais seus projetos?

No momento estou planejando escrever um artigo acadêmico e quem sabe outros durante a faculdade e após terminar Arquitetura e Urbanismo, me especializar em Design de Interiores e quem sabe também cursar Pedagogia, uma área que mesmo não tendo nada a ver com Arquitetura me interessa muito.

Como você vê uma escola com 102 anos, tradicionalíssima, e tão inovadora ao mesmo tempo?

Vejo como uma escola muito à frente das outras, já que além de se preocupar com questões que as outras escolas se preocupam, com ótimos professores; vai mais a frente, com projetos e dinâmicas e visam não só melhorar e ampliar nossos conhecimentos, mas também desenvolver habilidades que serão utilizadas tanto na vida pessoal quanto profissional, buscando sempre aulas diferenciadas, nos incentivando a sempre buscar mais informações, sem nos contentar apenas aquilo que nos é mostrado.

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