22, março , 2019
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VÍDEOS – Angústia, agonia e fim da ESTAÇÃOZINHA

Acabou. A “Estaçãozinha” que ficava perto do viaduto da Ponte São João foi destruída por um incêndio, ontem, aniversário da Revolução Constitucionalista. Quase 150 anos de história viraram um amontoado de escombros.

A Prefeitura de Jundiaí, por meio da Unidade de Gestão de Cultura (UGC), informou que a Estaçãozinha pertence ao Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT), órgão responsável pela sua conservação e vinculado ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

A Guarda Municipal de Jundiaí afirma que, logo ao visualizar a fumaça vinda da Estaçãozinha pela Central de Monitoramento Eletrônico de Câmeras, acionou o Corpo de Bombeiros, que se dirigiu ao local, extinguindo o incêndio. Sobre os prejuízos, o Grupamento informa que foi destruído o madeiramento do telhado, janelas e parte da parede que cedeu. A UGC lamenta o ocorrido e dará ciência ao DNIT. (foto acima e vídeo: Roberto Fernandes)

No dia de 4 de março deste ano, o Jundiaí de Antigamente, através do professor Maurício Ferreira, publicou texto sobre a “agonia e angústia de uma bela senhora de quase 150 anos”. A matéria tratava exatamente da Estaçãozinha. O texto:

Em 1870 teve início a construção da Estação Paulista de nossa cidade e até hoje esse patrimônio com valor histórico inestimável continua em pé, nossa “Estaçãozinha”(acima, em foto de 1929) como carinhosamente é chamada pelos jundiaienses remanescentes que ali embarcaram e desembarcaram. Portanto, a nossa estação ainda vive. É uma bela senhora que vive a angústia e agonia do completo abandono…

Em 1872, a linha tronco da Cia Paulista de Estradas de Ferro teve seu primeiro trecho entre Jundiaí e Campinas inaugurado. Saía da Estação da São Paulo Railway com paradas nas estações do Horto, Currupira, Louveira, Vinhedo, Valinhos, Samambaia e Campinas. Em 1898, a estação que fica ao lado do viaduto São João Batista e hoje ilhada no Complexo Viário Leta-Oswaldo Bárbaro(túneis que dão acesso à Ponte São João), era usada apenas para fazer baldeação de passageiros da Paulista.

Em pleno funcionamento: O trem elétrico na estação de Jundiaí-Paulista(1929)
Raridade: A estação em 1918. Foto Filemon Peres
Começo do fim: a estação em 1980. Foto João Pires Barbosa Filho

No início de 1907, a Paulista desativou a estação voltando os serviços para estação da SPR que marcava o quilômetro zero da Paulista, sendo que o trem rodava pouco mais de 800 metros e parava na “nova” estação, daí seu nome Jundiaí-Paulista.

Agosto de 2011: ginásio da Esportiva foi demolido e a estação ficou ilhada pelas obras do túnel
A estação em 1956(foto Major Alípio Gama da Silva/arquivo Jorge Luiz Christophe)
Em 1973: a estação da Paulista tirada do vaduto São João Batista(foto de Ivanir Barbosa)

Muito triste ver a história da ferrovia degradada em nosso Estado, com exceção de algumas cidades que conservam seus prédios e sua história. Hoje, nossa estação serve de abrigo para viciados e moradores de rua.

Fica um apelo para população jundiaiense para que se una e salve uma parte importante de nossa rica e bela história ferroviária que por interesses individuais e política equivocada na preservação do patrimônio e história e descaso no transporte de passageiros e carga, sucatearam o que era rico e belo.

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