É NATAL! Vamos às compras? Mas em lojas que não existem mais…

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É Natal!!! Tempo de fazer compras, ver o Papai Noel, passear no centro da cidade à noite, tomar sorvete ou comer um lanche. Hoje nós vamos fazer tudo isto. Só que no passado. Começando pelo Dadá(foto abaixo), que funcionava na rua do Rosário há 105 anos. O tradicional restaurante fechou neste ano. Adeus às coxinhas inigualáveis do Dadá. Só quem comeu sabe…

Há um ano e um mês, o centro de Jundiaí amargou a perda de outros dois estabelecimentos igualmente tradicionais: a Papelaria Santa Terezinha, que levava as crianças à loucura, e o Credi-Nino, o shopping dos móveis.

Anos 1980. Quem nunca enfrentou filas enormes na Papelaria Santa Terezinha? Sempre de mãos dadas com a mãe, antes da volta às aulas. Mas alguns pais, espertos, aproveitavam para adiantar as compras do material escolar nesta época do ano e escapar das filas que viriam. O cheiro de tudo novinho, cadernos, lápis coloridos, deixava a criançada alucinada. A papelaria mais querida de Jundiaí fechou em março de 2019.

O Credi-Nino, assim como o Dadá e a Papelaria Santa Terezinha, ficava na rua do Rosário. A loja era considerada o maior shopping de móveis de Jundiaí e região numa época em que a cidade nem shopping tinha.

Paulicea, rua Barão de Jundiaí, 2013: durante 110 anos foi um dos pontos de encontro mais tradicionais da cidade. Foi inaugurada em 1898. Era uma padaria e confeitaria. Em 2008, suas portas foram fechadas. O prédio foi demolido para dar lugar a uma loja de roupas. Lugar de boa comida, início de amizades e namoros, da boca maldita de Jundiaí.

Formigão, rua Siqueira de Moraes, 1986: se você queria adoçar a boca, o lugar era este. Quem se lembra do bolo de massa folha folhada de creme com fio de ovos? Em termos de doces, o centro também tinha “A Senzala”, na rua Barão, que depois se mudou para a Rosário. Quem tiver uma foto da Senzala, mande pra gente!!!

Cine Ipiranga, rua Barão de Jundiaí: quem nunca assistiu a um filme dos Trapalhões aí?

Cine Marabá, rua do Rosário, década de 1980: o salão imenso com sua tela branca que fazia rir e chorar foi ao chão e deu lugar a um estacionamento.

O Rei das Roupas Feitas, rua Barão de Jundiaí: Produtos de qualidade. Caros, mas duravam anos. É Natal. Você tem dinheiro, os carnês estão em dia. Então, passa lá no Rei e faça uma bela compra para a família ficar alinhada no próximo ano!!!

Casa Carlos Gomes, rua Barão: LPs, fitas cassete, aparelhos de som. O templo da música na Jundiaí dos anos 70 e 80. Opa! Mas é Natal! Então, prepare-se porque você vai encontrar uma fila enorme, fãs desesperados para comprar o novo LP do Roberto Carlos!

Para quem estava com a carteira estufada, a Casa Oliveira, também na rua Barão, era uma boa pedida. Esta loja vendia tudo para casa. Numa época em que os shoppings eram coisa de filme americano para os moradores de Jundiaí, a Casa Oliveira era o sonho de todas as mães de família. Principalmente das futuras. As noivas adoravam.

E se é Natal, o DIC, bem na esquina das rua Coronel Leme da Fonseca com Baronesa do Japi. Sapatos de todos os tipos, para todos os gostos e com precinhos que deixavam as famílias felizes…

Saindo um pouquinho do centro da cidade também tem comércio que deixou saudade. A Cantina do Jarbas, por exemplo. Ficava na rua Santa Terezinha, na vila Rio Branco. Servia uma das melhores pizzas da cidade(foto de 1986).

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Cantina Castro, na avenida Odil Campos de Saes, no Vianelo. Depois de 50 anos de atividades, baixou as portas em maio de 2019.

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