Além do Hospital São Vicente e da Casa de Saúde, Jundiaí tinha outros hospitais que atendiam a população. O Hospital do Sesi ficava no Anhangabaú, na rua Carlos Sales Bloch(foto principal: Rosane Lopes Ferigato/anos 1950). Na avenida Jundiaí funcionava o Hospital Geral, que depois virou Hospital e Maternidade Jundiaí. A Faculdade de Medicina (FMJ) sempre atendeu a população. Também tinha o Hospital da Ponte, na rua Santos Dumont. Este, não conseguimos nenhuma foto. E se quiser fazer outras viagens pela Jundiaí de Antigamente, clique aqui!!!

Hospital do Sesi em 1963
Hospital Geral na década de 60(Foto: Wagner Alves da Cruz)
No final da década de 40, a rua Francisco Teles, na vila Arens. As casas dos empregados da Cica iria dar lugar à Faculdade de Medicina de Jundiaí(FMJ)

Acima e na foto abaixo, a Faculdade de Medicina Jundiaí nos seus primórdios, na década de 1970 …

VOCÊ SE LEMBRA DA EPIDEMIA DE MENINGITE NA DÉCADA DE 1970?

Em 1974, durante o período da ditadura militar, o Brasil enfrentava a pior epidemia contra a meningite de sua história. O país já tivera dois surtos da doença – um em 1923 e outro em 1945 -, mas, nenhum deles tão grave ou letal.

Isso porque o Brasil foi vítima não de um, mas de dois subtipos de meningite meningocócica: do tipo C, que teve início em abril de 1971, e do tipo A, em maio de 1974.

Para evitar o contágio, o governo tomou medidas drásticas: decretou a suspensão das aulas e suspendeu eventos esportivos. Os Jogos Pan-Americanos de 1975, que estavam marcados para acontecer em São Paulo, tiveram que ser transferidos para a Cidade do México. Hospitais, como o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, ficaram superlotados.

A que viria a ser a maior epidemia de meningite da história do Brasil teve início em 1971, no distrito de Santo Amaro, na Zona Sul de São Paulo. Logo, a população mais carente começou a se queixar de sintomas clássicos, como dor de cabeça, febre alta e rigidez na nuca. Nos bairros mais pobres, muitos morreram sem diagnóstico ou tratamento.

Em setembro de 1974, a epidemia atingiu seu ápice. A proporção era de 200 casos por 100 mil habitantes. Algo semelhante só se via no “Cinturão Africano da Meningite”, área que hoje compreende 26 países e se estende do Senegal até a Etiópia. Leia a matéria completa da BBC Brasil clicando aqui.

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