Chegamos exatamente no final do primeiro semestre de 2020 e a minha impressão é que este ano nem começou. Parece que estamos vivendo num limbo, imobilizados por essa pandemia, aguardando o anúncio da volta à normalidade, quando poderemos retornar ao nosso antigo cotidiano. Que pena, isso não vai acontecer. Pelo menos não por enquanto. Nossos costumes e hábitos do passado ficaram no passado. A vida nos mostra outros caminhos e temos de aprender a caminhar por eles. Quem ainda não foi afetado pela Covid-19, mesmo que apenas psicologicamente, que atire a primeira pedra!

Todos os dias esse assunto da pandemia nos massacra com números impressionantes de pessoas infectadas. O mundo caminha para bater a marca de 10 milhões de casos, é muita gente… O Brasil já superou a marca de 1 milhão e os índices só crescem. Rezo todos os dias para essa curva ascendente dar uma trégua e finalmente atingirmos o tão falado “pico”. Estou nessa expectativa desde maio, quando ainda assistíamos as coletivas do ex-ministro Mandetta em rede nacional. Pois é, já passaram pelo Ministério da Saúde três titulares e o tal pico continua distante.

O que percebo é que o ser humano, mesmo no limbo, ainda tem muito o que aprender. Toda a tecnologia que temos hoje à disposição da medicina, de equipamentos a remédios, não está servindo de muita coisa. Apesar de ser um organismo muito simples, minúsculo mesmo, o coronavírus está ganhando essa guerra de lavada. Cientistas do mundo todo, com elevado grau de conhecimento, ainda estão batendo cabeça para achar a cura ou pelo menos uma vacina que possa aplacar a virulência do coronavírus. Parece emblemático que uma coisinha tão insignificante possa acabar com um organismo tão complexo como o corpo humano.

Talvez seja exatamente isso o que o coronavírus queira nos mostrar. Não adianta nada essa busca insana pelo poder, pelo dinheiro, pelo progresso desenfreado que gera destruição. Um bichinho microscópico parou o mundo e balançou as principais economias do planeta. Tivemos de nos esconder em casa, mudar nossos hábitos e repensar nossas vidas. Ficamos no limbo. Muita coisa para um insignificante pedaço de proteína.(Foto: Carlos Chora)

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