Mulheres e PLURALIDADE podem fazer eleições de 2020 diferentes

PLURALIDADE

Todo dia, há muito trabalho de mandato pela frente, porém, quanto mais próximos de 2020, é natural que, para além do trabalho, partidos e grupos comecem a pensar diariamente também nas eleições, em futuras composições e chapas, em quão estão preparados ou competitivos diante de tantas mudanças no meio político e no eleitorado. Esse planejamento é necessário e saudável, sobretudo agora em que o fim das coligações proporcionais exigirá mais empenho das siglas e importante esforço para que, individualmente, cada partido alcance 30% de mulheres em suas chapas. Vivemos um novo momento. Precisamos repensar a política, sua força representativa, seu envolvimento real com a população e, como presidente do PSDB Jundiaí, proponho hoje essa reflexão: de que a participação feminina e a pluralidade podem fazer as eleições de 2020, diferentes.

Por mais que as urnas sempre nos sinalizem o momento que vivemos, os resultados registrados por elas também são mutáveis a cada quatro anos, a depender dos novos momentos que surgem após aquele primeiro e decisivo eleitoral. Portanto, ainda é recente o novo quadro presidencial e o quanto podemos tirar dele futuras conclusões. Mas o que me parece claro desde as eleições de 2018 é que a política carece de espontaneidade, de pulso, de oxigenação e de engajamento não mais restrito às mãos de poucos, mas de diversos grupos que querem se sentir parte das transformações.

Neste contexto, sinto que precisamos mobilizar, como partidos e agentes políticos, essa participação. Devemos compreender que ela pode estar aliada às vertentes mais veteranas e às novas lideranças tão necessárias para diálogo com os novos tempos. Esse esmero em tentarmos chapas com 30% de mulheres traz outro sentido à cota – nos permite criar ações e possibilidades anteriores à campanha para formar essa força real feminina partidária, assim como deve ser para todas as outras frentes partidárias, da juventude, da igualdade e racial e tantas. A ideia é somar os grupos e não fragmentar sem que possa haver conexão em uma mesma chapa, com qualificação dos envolvidos.

As mulheres são maioria no eleitorado do País e também em nossa Região, em nossa cidade. No entanto, ainda é baixo o número local de interessadas no pleito. Por outro lado, as últimas eleições de 2018 já nos sinalizaram novos rumos desse interesse e que apesar da desproporção de eleitas relacionadas ao número de homens ainda ser dominante, houve um avanço à igualdade. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2014, foram escolhidas 190 mulheres para assumir os cargos em disputa, o que equivalia a 11,10% do total de 1.711 candidatos eleitos. Já no último pleito, as 290 eleitas correspondiam a 16,20% do universo de 1.790 escolhidos, um crescimento de 5,10% com relação à eleição anterior.

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Isso nos motiva e mostra que a pluralidade é importante e que teremos, em 2020, apesar de eleições mais desafiadoras com as mudanças, a chance de fazermos diferente, de mostrarmos que podemos nos engajar, que política ainda é lugar de prestígio e de possibilidade de melhorias à nossa sociedade. Abro as portas do partido para quem quiser se aproximar, nos acompanhar, propor debates e pautas positivas, de construção à cidade. A política precisa de credibilidade e só teremos novamente quando estivermos cercados de pessoas que respeitem a representatividade que lhes poderá ser confiada.


FAOUAZ TAHA

É vereador na Câmara de Jundiaí pelo PSDB, eleito pela primeira vez nas eleições de 2016. Tem 30 anos. Atualmente é líder do governo municipal na Casa de Leis, além de presidente da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, Desporto, Lazer e Turismo do Legislativo. Nascido em Jundiaí, Faouaz é formado em Educação Física pela ESEF e tem pós-graduação em Fisiologia do Esporte pela Unifesp. Antes de ser vereador, teve experiência na gestão pública com participação na Secretaria de Esportes


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