Nesta sexta-feira (09), o Paço Municipal Nova Jundiaí completa 30 anos. A atual administração, comandada pelo prefeito Luiz Fernando Machado fará um evento para marcar a data. Estão previstas homenagens a personagens ligados à história do prédio e as participações de ex-prefeitos e ex-primeiras-damas, de servidores, do arquiteto Araken Martinho e dos engenheiros responsáveis pela obra, além das apresentações musicais da Banda São João Batista.

1988 – Ao lado, banner produzido para a inauguração do Paço Municipal. Este convite, dos arquivos do professor e historiador Maurício Ferreira foi doado ao Museu Histórico Solar do Barão e mostra a importância do novo Paço na época.

A Prefeitura de Jundiaí funcionava na rua Barão. As secretarias ficavam espalhadas pela cidade. O Poder Executivo necessitava de centralização. Além disto, como se comentava na época, a construção do Paço neste local levaria progresso para a região da vila Hortolândia e redondezas. Coube ao então prefeito André Benassi tirar o projeto do papel e transformá-lo em realidade.

O próprio Benassi(ao lado), há dois anos, nas redes sociais, contou como foi todo este processo:

Fico muito satisfeito em ver que a edificação, construída em minha gestão como prefeito, se mantém moderna e arrojada e em condições de abrigar a maioria dos serviços públicos prestados à população.

A decisão de construir uma nova Prefeitura veio da necessidade de se ter um local adequado para atender os munícipes, que até então se dirigiam ao prédio localizado na rua Barão de Jundiaí, onde hoje funciona a agência do Santander. Era um prédio precário, com goteiras que em dia de chuva nos impediam de trabalhar, e que não oferecia o mínimo de condições para um atendimento digno ao cidadão. Quando assumi a Prefeitura, em 1983, por várias vezes me vi obrigado a cancelar audiências no Gabinete, devido às goteiras. O telhado estava apodrecido e com cupim, o que inviabilizava uma reforma.

Quando optamos pela construção de um novo espaço sabíamos que seria uma missão quase impossível, pois a Prefeitura não contava com dinheiro em caixa, tinha dívidas com fornecedores, além de um acúmulo de requisitórios judiciais, cujas sentenças já não nos davam direito a recurso e exigiam o pagamento imediato e sem negociação.

Com uma equipe de governo coesa, iniciamos um processo que seria um dos mais democráticos de Jundiaí. Criamos uma comissão, composta por representantes da população, de entidades de classe e vereadores para analisar algumas áreas para a construção. Paralelamente, mantínhamos as negociações com os credores, demonstrando a impossibilidade do pagamento sentenciado.

Um dos maiores requisitórios na época tinha como credora uma família herdeira de uma enorme área que ia da Avenida Antonio Frederico Ozanan até a Rodovia João Cereser, parte da qual já havia sido desapropriada há anos. Um local considerado ideal para a construção de um novo Paço. Apresentamos uma proposta para esta família que, após muita negociação, concordou; o pagamento da desapropriação anterior seria parcelado e a Prefeitura compensaria a família com um melhor aproveitamento da área remanescente. Foram 240 mil metros quadrados de área, o que nos permitiu dar andamento a um projeto de cidade administrativa, com a instalação de vários equipamentos institucionais.

Concluída a negociação para aquisição da área, precisávamos de recursos para a construção. Conseguimos negociar com o antigo Banespa, que na época já ocupava o andar térreo do prédio da Prefeitura e precisava ampliar as instalações. E também vendemos o prédio dos Correios. Com isso conseguimos o dinheiro para a construção, sem precisar usar os escassos recursos do orçamento da Prefeitura. Todo processo foi executado com base em uma lei específica que determinava que a totalidade dos recursos obtidos com as negociações seria utilizada exclusivamente para a construção do novo Paço.

Enfim, para que a construção fosse efetivada, precisávamos de um projeto. Mais um ato democrático de nossa administração: lançamos um concurso público para que vários profissionais pudessem participar. O projeto vencedor foi da equipe de arquitetos coordenada por Araken Martinho.

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