Pesquisa de satisfação: Prefeitura quer opinião dos usuários da RLC

pesquisa de satisfação

No mesmo dia em que a Justiça do Trabalho mandou motoristas e cobradores de ônibus da Rápido Luxo Campinas(RLC) voltarem ao trabalho e cinco dias depois de acabar com o subsídio da tarifa do transporte coletivo, a Prefeitura de Campo Limpo Paulista decidiu saber o que a população acha dos serviços prestados pela empresa. A pesquisa de satisfação terá início na próxima terça-feira(19) e buscará identificar os principais problemas, as linhas que devem ser alteradas e outras questões apontadas pelos usuários. Os formulários podem ser retirados com os fiscais da Prefeitura no próprio terminal. Quem quiser participar da enquete também pode fazê-lo virtualmente, através das redes sociais do Executivo. Com a pesquisa de satisfação, o Executivo campolimpense pretende melhorar a qualidade dos serviços prestados pela RLC.

A quinta-feira(14), segundo a própria assessoria de imprensa da Prefeitura, “o dia foi de amargar para quem dependia de ônibus”. O terminal foi aberto por volta das 19 horas, depois que o Tribunal Regional do Trabalho, em Campinas, decidiu que o transporte coletivo deveria ser retomado em 50% sob pena de multa diária ao Sindicato dos Rodoviários em R$ 1 mil por trabalhador que não cumprisse a ordem. Ontem(15), 100% dos ônibus circularam. A greve atingiu também outras cidades como Várzea Paulista, Itupeva e Cabreúva, atendidas pela Rápido Luxo Campinas como Campo Limpo, cuja Prefeitura foi a única a se manifestar publicamente em relação à greve. O motivo da paralisação teria sido a troca do plano de saúde. Ao site G1, a assessoria de imprensa da empresa de ônibus informou que o novo plano teria vantagens sobre o anterior e, antes da mudança, o sindicato teria sido informado.

Subsídio – Há muitos anos a Rápido Luxo é alvo de críticas dos passageiros de toda região. Na gestão passada, o então prefeito Japim Andrade autorizou o subsídio da passagem em julho do ano passado. O desconto era de R$ 2 para os usuários. Esta diferença era bancada pela Prefeitura que teve que arcar com mais de R$ 2 milhões em apenas seis meses.

Logo depois de assumir o Executivo, Luiz Braz determinou o fim do pagamento. A RLC está sendo investigada por este motivo pelo Ministério Público. Os promotores afirmam que o subsídio é uma medida é eleitoreira, remete a abuso de poder econômico e não beneficia todos os usuários do sistema municipal. Não há fiscalização do número de usuários da subvenção, pois o relatório é emitido pela própria empresa, segundo informações da nova administração. Com o fim da subvenção, os usuários voltaram a pagar R$ 4,70.

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