Plano de Mobilidade: Audiência Pública marcada para março

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A primeira audiência pública para discutir o Plano de Mobilidade Urbana de Jundiaí está marcada para março. A data exata ainda não foi divulgada. O projeto foi iniciado pela Prefeitura de Jundiaí no segundo semestre do ano passado. Atualmente está na segunda fase. No total, para encerramento das avaliações e entrega, o projeto terá de passar por sete fases acompanhadas por audiências públicas. O BRT, projeto da administração Pedro Bigardi, não deverá ser incluído entre as possibilidades de novos modais.

Até agora foram feitos levantamentos de dados com base em pesquisa de origem e destino dos usuários, bem como avaliação dos itinerários das linhas existentes. A previsão é de que o trabalho esteja concluído em janeiro do próximo ano. Todas cidades brasileiras estão organizando seus planos por exigência da lei federal 12.587/2012.

Uma reunião técnica ocorreu recentemente entre todas as áreas envolvidas no trabalho. Aloysio de Queiroz Jr, responsável pela Unidade de Gestão de Mobilidade e Transporte(UGMT), afirmou na ocasião que “o encontro serviu não somente para pontuarmos o andamento do trabalho entre os diversos grupos, como de planejamento para as próximas etapas. O Plano de Mobilidade oferecerá à cidade as alternativas para o avanço em trânsito e transporte, novos traçados, novas linhas e até novos modais que possam ser agregados para a nova realidade de Jundiaí”.

As próximas reunião envolverão discussões técnicas referentes às projeções de crescimento da cidade para determinar os eixos viários prioritários. Em março, na primeira audiência pública, serão apresentados levantamentos e análises referentes à fase 3 do projeto, o que representa 35% do Plano de Mobilidade Urbana de Jundiaí.

Sem BRT – Ainda não se sabe quais os novos modais que poderão ser instalados em Jundiaí com a concretização do Plano de Mobilidade Urbana. Porém, provavelmente o BRT(Sistema de Ônibus de Trânsito Rápido), menina dos olhos da administração Pedro Bigardi, não fará parte dele. No início do ano passado, o Ministério do Desenvolvimento Regional informou à Prefeitura de Jundiaí que encerrou o projeto de financiamento do BRT. Além da rescisão do financiamento, a Prefeitura devolveu R$ 1.6 milhão de recursos federais utilizados em estudos técnicos.

Em 2012 foi iniciado o processo de implantação deste modal. Em 2013 e 2016, ainda na gestão Bigardi, foram apresentadas mudanças no projeto inicial. A proposta inicial era de 22 quilômetros, mas acabou sendo reduzida para 4,5 quilômetros. Outros ajustes citavam a alteração do lado das faixas de circulação, o que exigiria trocar também o lado das portas laterais dos ônibus. Para setores da administração Luiz Fernando Machado, as alterações do projeto técnico estão entre os motivos para o cancelamento da ação.

Ainda no primeiro mandato, a equipe de Machado tentou manter a linha de financiamento, com readequações à proposta, convertendo-a ao formato original. O valor total da iniciativa para a instalação do BRT era de R$ 135 milhões, sendo R$ 106,6 milhões pela Caixa Econômica Federal (CEF) e R$ 28,5 de contrapartida da Prefeitura.

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