PM TIRA DAS RUAS 219 tubetes de cocaína e 337 pedras de crack

RUAS

Após o encontro nesta semana de duas estufas para produção de skank em plena região central de Jundiaí, policiais militares do 11º Batalhão fizeram nova ação de combate ao tráfico no município, retirando das ruas diversas porções de narcóticos prontos para a comercialização. Ao contrário do skank, uma droga semelhante à maconha, mas com poder alucinógeno 50 vezes mais forte, foram apreendidos na ação desta quarta-feira (10) 219 tubetes de cocaína e 337 pedras de crack. Dois homens foram presos em flagrante. Um deles já vinha sendo procurado pelo Poder Judiciário, que o considerada foragido.

De acordo com o capitão Augusto José Martinelli, a prisão foi feita por patrulheiros da Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas), que decidiram abordar diversos clientes em um bar nas proximidades de um local conhecido como “biqueira” (ponto de tráfico).

Um dos abordados tinha no bolso da blusa uma sacola com 30 tubetes de cocaína. Indagado sobre a droga, acabou confessando que fazia a venda ilegal nas imediações. Também foi descoberto um mandado de prisão decretado contra ele.

Outro homem foi percebido deixando o comércio neste momento com um bolsa. Em razão da grande quantidade de pessoas no local, ele conseguiu se afastar e foi visto entrando em uma casa, onde foi abordado pouco tempo depois.

Também foi perguntado ao homem o que tinha dentro da bolsa, negando ele que tivesse qualquer coisa ilegal. No entanto, do portão da residência, os militares viram que a bolsa havia sido deixada no corredor e conseguiram pegá-la. Ao abrirem, acharam o restante das drogas.

Os dois homens receberam voz de prisão por tráfico de drogas. Eles foram levados à delegacia local e autuados em flagrante por este crime. Se condenados, podem pegar agora uma pena de até 15 anos de reclusão, além do pagamento de multa.

Dados – Entre janeiro e fevereiro deste ano, 63 ocorrência envolvendo tráfico de drogas foram registrados pela polícia em Jundiaí. Destas, 36 foram anotadas no primeiro mês, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo.

No ano passado, os boletins de ocorrência do tipo somaram 336. Janeiro foi o mês com maior número de registros (38), seguido por maio (35). Por outro lado, novembro teve apenas 16 registros – menor quantidade entre os outros 11 meses.(Geraldo Dias Netto)

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