Centro de Jundiaí, 1941(foto acima: Ideal). Poucos carros circulavam pelas ruas estreitas. Aliás, quem tinha carro era rico. A maioria das pessoas se conheciam. E o hábito era se cumprimentarem de manhã, de tarde e também à noite. Homens usavam terno e gravata até para ir à padaria. O chapéu era indispensável. Mulheres, só usavam saias. Uma época de elegância e educação. A praça do Coreto, atrás da então igreja matriz, era um dos ‘points’ da época.

Eram tempos também em que as músicas eram poesias cantadas. O lixo cultural dos dias de hoje seria algo impensável. E como não poderia deixar de ser, no início da década de 40, a praça Marechal Floriano Peixoto, a praça do Coreto, era um pedacinho do céu incrustado em pleno centro. Nem parecia que o mundo vivia sua segunda grande guerra. A foto abaixo é de 1920. Mais abaixo, a imagem foi clicada na década seguinte. 

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Os anos correram rápido demais(a foto acima é dos anos 1960). A elegância e a educação se foram. Os carros tomaram conta de tudo. E a praça foi perdendo sua beleza a cada prefeito que passou. Foram-se os jardins. Foi-se a fonte cuja água jorrava de anjinhos. De uma época dourada, em que o centro da cidade era lugar de passear sem ser assaltado e namorar sem trocar nenhum beijo, sobrou apenas o Coreto, testemunha silenciosa do que foi bom um dia em Jundiaí.

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