Quartel da PM no centro terá de passar por nova REFORMA

QUARTEL

Na última reunião do Conselho Municipal do Patrimônio Cultural(Compac), no dia 26 de março, foi discutida reestruturação na Praça dos Andradas, no centro de Jundiaí. Desde junho de 2016, o casarão existente ali abriga o quartel da 1ª Companhia da Polícia Militar, ligado ao 11º Batalhão, com sede no Anhangabaú. Na época, o imóvel passou por uma grande reforma avaliada em R$ 390 mil, contrapartida da empresa TZH Empreendimentos e Empreendimentos. Quase três anos depois, o casarão terá de passar por nova reforma desta vez no telhado.

Quando o ex-prefeito Pedro Bigardi anunciou que a PM se instalaria no casarão da praça dos Andradas, a antiga administração tinha dois objetivos: reduzir a criminalidade reforçando a segurança com a presença de policiais no local e revitalizar a praça. O projeto foi feito pela extinta Secretaria Municipal de Obras e aprovado pelo próprio Compac. A reforma foi feita nos ambientes interinos, instalações elétricas e hidráulicas. Também foram construídos, no térreo, vestiários, alojamentos, refeitório, copa e sala para descanso. Na parte superior ficaram o expediente diário, sala do subcomando e sala de aula. Fora, pintura, revitalização e paisagismo da praça. O telhado ficou de fora da reforma. E é justamente ele quem vem dando problemas.

Segundo a tenente-coronel Carla Basson(foto ao lado), já há algum tempo ocorreu um temporal que comprometeu o telhado do quartel da 1ª Companhia. As goteiras e infiltrações vem afetando o interior do prédio. “O local é um patrimônio histórico. A decisão sobre a reforma é demorada. Nós, por outro lado, precisamos – além da conservação – primar pelo atendimento à população”, explicou ela. O casarão tem uma longa ficha de serviços prestados à municipalidade. Foi construído em 1941 para ser o Centro de Saúde de Jundiaí. Também abrigou a Secretaria Municipal de Assistência Social e o Centro de Memória de Jundiaí.

Mais pedidos – Os conselheiros aprovaram a troca do telhado por unanimidade. A Polícia Militar queria também o cercamento da praça, através de obstáculos físicos, criando bolsão de vagas para carros oficiais e particulares dos PMs, com a retirada de parte dos canteiros e vegetação. De acordo com Carla Basson, a medida visava dar mais segurança ao quartel. “O prédio fica num local vulnerável. E precisamos lembrar que ataques a unidades da PM não são raros. Temos ainda o caso de um policial que foi assassinado nas proximidades”, justificou.

O Compac negou o cercamento da praça e também analisou pedido de prorrogação da concessão de uso do imóvel pela Polícia Militar. O conselho não se opõe, conforme a ata da reunião, à decisão que a Prefeitura tomar em relação a este tema.(Foto Carla Basson: pmsdecristo.blog)

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