Toca Raul – O dia em que o RG do cantor veio parar em Jundiaí

Como a obra de Raul Seixas deixa claro que ele acreditava em vida extraterrestre, nada mais natural do que saber o que um ufólogo pensa do cantor apontado como o rei do rock nacional. Luiz Crossi Neto, porém, revela um episódio muito mais terreno envolvendo Raul. O fato possivelmente ocorreu no início dos anos 1980, numa cidade próxima e se estendeu até Jundiaí. Raul, de acordo com ele, acabou sendo detido pela Polícia Civil. Crossi guarda até hoje a fotocópia do RG do cantor. “A cédula de identidade original foi para um fã-clube na Bahia”, explica.

O documento veio parar em Jundiaí depois que Raul Seixas teria se envolvido numa confusão em Francisco Morato. “Ele estava tão chapadão que não acreditaram que era mesmo o Raul. Daí, o trouxeram para cá”, diz o ufólogo. Em Jundiaí, Raul provou ser ele mesmo e foi liberado. “Quando ele deixou Jundiaí, a Kika Seixas(ex-mulher do cantor) chegou à delegacia trazendo o RG. O documentou acabou ficando aqui. Até que um ex-delegado amigo meu foi para a Bahia e levou a cédula de identidade para lá”. A percepção do ufólogo não é muito diferente de quem viu Raul Seixas em ação. “Ele vivia uma viagem muito à frente do seu tempo. Sou fã. Admiro o Maluco Beleza. Ele será sempre atual”.


Raul teve que provar que era Raul

Na verdade, a confusão envolvendo Raul Seixas não ocorreu em Francisco Morato e sim em Caieiras, em maio de 1982. O fato foi amplamente divulgado pela imprensa na época. O Maluco Beleza deu várias entrevistas e o episódio rendeu reflexões aprofundadas que citavam também o momento político da época, como o artigo de Mauro Chaves, publicado no Estadão e republicado anos depois, no “A Semana” de Caieiras. 


“Impossível não gostar” – A jornalista Lívia Zuccaro, que começou carreira em Jundiaí e hoje é repórter da Band, afirma que Raul Seixas é imortal. “A música dele, nunca vai morrer. Um louco, um maluco beleza, que compôs situações que se encaixam pra qualquer um em pelo menos alguma fase da vida”.

Eu não vivi a época de Raul Seixas, mas sei todas as músicas como se fosse algo que “tem que saber e é impossível não gostar”. De acordo com a jornalista, “os roqueiros da minha geração nunca chegarão nesse nível, nem pelas composições, muito menos pela história. Hoje, cantamos palavras ao vento, com Raul, fazia sentido”.

 

“Excessos” – Outro que gosta de Raul Seixas é o desembargador Cláudio Levada. “Ouro de Tolo me fez pensar muito quanto aos excessos do trabalho e/ou do consumismo. Para mim, uma mistura de visionário e maluco beleza, com pitadas de genialidade. E Paulo Coelho foi essencial para complementá-lo”, explica o magistrado. (ilustração abaixo: produto.mercadolivre.com.br)

 

 

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