Se você tem menos de 30 anos fique sabendo que houve um tempo, – aliás, um lindo tempo em que aglomerações eram permitidas já que ninguém tinha ouvido falar de Covid-19. Naquela época, os Carnavais eram folias sem maldade, sem funk, sem bundas à mostra. As marchinhas, algumas apimentadas, embalaram quem teve a sorte de frequentar os salões de todo o país. Tempo bom, saudade! Na foto principal(acima), Joana Romão, a rainha do Carnaval de 1953 de Jundiaí pela Argos.

O ano é 1966. Baile do Clube Jundiaiense. Heimar, Vera Lealdini e Sandra Fernandes, que é a dona da foto histórica.

Mais uma dos anos 1960. Até os soldados fakes precisavam dar uma descansada. Ninguém é de ferro. Arquivo Mary Zaniratto Lanza

Banda Sombra e Água Fresca. Ano: 1988. Claudião, bailarina Silvana Infante, Sidney e a cantora Zezé.

Carnaval de 1977. Rua Barão de Jundiaí: Wandir, Carlos Viotti, Fabrício e Felipe Vacari(Arquivo Carlos Viotti)

O saudoso vereador Erazê Martinho, fundador do Refogado do Sandi, acompanhado de Regiane Rossini. 

Desfile da década de 60, na rua do Rosário. Mistura total. Rock e samba: Antônio Valério, Mazolinha, Aderbal e Toninho Canhoelo. Ah, sim! Vale explicar para os mais novinhos que os desfiles antes, bem antes, eram no centro, na Rosário…

A Rainha do Carnaval de 1985: Elisabeth.

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Toninho Canhoelo como Zé do Carrão desfilando nas Ruas do Centro nos anos 1960. Arquivo José Canhoelo

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