O T-Cross é o primeiro SUV produzido pela Volkswagen no Brasil, que chega para revolucionar os padrões de seu segmento. Baseado sobre a plataforma modular MQB, que é compartilhada pelo novo Polo e pelo Virtus. Essa plataforma, que é a base do veículo, onde estão reunidos componentes da estrutura, motor, câmbio e suspensões, é o mais moderno conceito de produção do Grupo Volkswagen no mundo. Os veículos baseados nessa “base”, batizada pela VW de estratégia Modular MQB permite que se criem diversos veículos, que se diferenciam pelo design, performance e finalidade de uso.

Ele é o terceiro veículo derivado dessa plataforma, que terá, muito em breve a companhia da picape Tarok, apresentada como conceito durante o Salão de SP.

Diferente do T-Cross europeu, o que será feito no Brasil traz mudanças em seu design, maior espaço interno e é também mais alto. O T-Cross para os mercados da América Latina será produzido em São José dos Pinhais (PR) – para isso, a fábrica recebeu R$ 2 bilhões em investimentos – e faz parte dos cinco novos SUVs a serem lançados pela Volkswagen na região até 2020.

O SUV se destaca pelo excelente comportamento dinâmico, oferecer cabine espaçosa e confortável e pelos avançados recursos de tecnologia, conectividade e segurança.

O modelo traz itens exclusivos no segmento, como o painel totalmente digital (Active Info Display), seletor de perfil de condução, Controle de Estabilidade (ESC) de série, bloqueio eletrônico do diferencial, Park Assist 3.0, suporte para celular no painel, quatro entradas USB (inclusive para o banco traseiro), iluminação da cabine em LED e acabamento com apliques no painel. Também contará com faróis full-LED, seis air bags, saída de ar-condicionado para o banco traseiro e teto solar panorâmico, entre outros recursos.

Motores – No Brasil, o T-Cross terá exclusivamente motores TSI, que combinam injeção direta de combustível e turbocompressor para entregar alta eficiência energética e prazer ao dirigir.

O motor 250 TSI Total Flex gera potência de até 150 cavalos, com gasolina ou etanol, a 4.500 rpm. O torque máximo, também com ambos os combustíveis, é de 250 Nm (25,5 kgfm) – será o maior torque da categoria. Esse motor será combinado exclusivamente à transmissão automática de seis marchas com função Tiptronic e aletas (“shift paddles”) para trocas no volante.

Já o motor 200 TSI Total Flex desenvolve potência de até 128 cv (94 kW) a 5.500 rpm, com etanol – com gasolina, são 116 cv (85 kW), à mesma rotação. O torque máximo é de 200 Nm (20,4 kgfm), com gasolina ou etanol, sempre na faixa de 2.000 a 3.500 rpm. Esse motor poderá ser combinado à transmissão manual ou à automática com função Tiptronic (também com as aletas no volante), ambas de seis marchas.

O T-Cross mede 4.199 mm de comprimento e 1.568 mm de altura (9 mm mais alto que o T-Cross europeu). A distância entre os eixos do modelo que será produzido no Brasil é maior: 2.651 mm (88 mm a mais do que a distância entre-eixos do T-Cross europeu).

O novo SUV oferece espaço surpreendente na cabine. Um dos elementos responsáveis por isso é a Estratégia Modular MQB – que permite grande flexibilidade de construção graças aos parâmetros variáveis (entre eles, a distância entre-eixos e as bitolas). A posição de dirigir é mais elevada, típica de SUVs, o que colabora para melhorar o espaço interno.

A capacidade do porta-malas chega aos 420 litros e o encosto rebatível do banco do passageiro dianteiro oferece ainda mais flexibilidade de espaço.

Além de sensores dianteiro e traseiro para estacionamento, o T-Cross também poderá ser equipado com o sistema “Park Assist 3.0”, que permite o estacionamento autônomo em vagas paralelas e transversais – e agora com a função de freio de manobra.

Design arrojado – A parte dianteira destaca-se pela altura; o design é carismático, com uma grade ampla e faróis de LED integrados e diferencia-se do desenho do modelo europeu – aqui nota-se a influência direta dos designers brasileiros e da estratégia de regionalização adotada pela empresa.

Também responsável por essa altura acentuada é a tampa do compartimento do motor. A região inferior da parte dianteira distingue-se por detalhes como os faróis de neblina inseridos de modo marcante.

Todas as versões do T-Cross serão equipadas com luz de condução diurna (DRL) em LED, integrada ao farol de neblina. Haverá oferta de faróis full-LED para o T-Cross – neste caso, a luz de condução diurna encontra-se na própria carcaça do farol.

Nas laterais, uma linha característica acentuada divide os espaços. Atrás, ela forma uma seção dos ombros impactante, e assinala na traseira um novo elemento de design da Volkswagen: a faixa de refletores estendida transversalmente na parte traseira e emoldurada por um painel preto.

Segurança – A influência positiva da Estratégia Modular MQB revela-se em todas as áreas do T-Cross. Graças à MQB, o SUV será um dos veículos mais seguros de sua classe – o que é garantido pela utilização de aços de ultra alta resistência e conformados a quente, pelos seis airbags (dianteiros, laterais e do tipo “cortina”) e uma gama ampla de sistemas de assistência.

Todas as versões serão equipadas de série com ESC – Controle eletrônico de estabilidade. Esse sistema reconhece um estágio inicial de que uma situação de rodagem crítica está para acontecer. Compara os comandos do motorista com as reações do veículo a esse comando. Se necessário, o sistema reduz o torque do motor e freia uma ou várias rodas até atingir a condição de estabilidade. ©Joaquim Rimoli | AutoMotori


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