
Em 1917, há 109 anos, as ruas de Jundiahy(era assim que se escrevia na época) ganhavam seu primeiro carro. Era este aí, da foto principal. Nessa época, era a Prefeitura quem dava autorização aos moradores para guiarem. E isto servia tanto para carroças como veículos com motores. Neste registro histórico aparece Alexandre Honigman, nada menos que o primeiro motorista da cidade. No dia 21 de julho de 1917, Carlos Panizza requereu ao prefeito Olavo de Queiroz Guimarães permissão para o filho, Hugo, que tinha apenas 16 anos, permissão para guiar o carro número 2, de sua propriedade. Hugo foi treinado por Honigman. (Foto Ideal)
Veja mais flagrantes da época em que as ruas da antiga Jundiaí começaram a ser invadidas por automóveis:

Ano 1945 – Esquina da Rua Barão de Jundiaí com a Rua Siqueira de Moraes. Repare, à esquerda, o Mercadão Municipal onde hoje funciona o Centro das Artes. Do outro lado, as grades do Grupo Escolar Conde de Parnaíba. O carro que cruza a via é movido a gasogênio que era gerado pela queima do carvão. Na época da Segunda Guerra Mundial havia falta de gasolina. Foto Janczur

Bombas de gasolina nas calçadas eram comuns no início dos anos 1930. À esquerda, a Praça Dr. Domingos Anastácio. Neste local, o casarão com duas janelas na fachada era do médico Pedro Calau Mojola. A casa ainda existe. O casarão térreo ao lado foi demolido e construído um posto de gasolina que depois deu lugar a Foto Luiz. Hoje há uma farmácia na esquina da Rua São José. A ‘Jardineira’ (transporte coletivo da época) era de propriedade do italiano Étore Massagardi, pioneiro em Jundiaí nesta área. (Foto Ideal)

1949- Capela Nossa Senhora do Carmo no Bairro Jundiaí Mirim. A caminhonete GMC era do padre Antônio Maria Toloi Stafuzza

Anos 1950 – Posto de gasolina na esquina da Rua Rangel Pestana com a Rua Padroeira, local onde hoje se localiza o Banco do Brasil. Esta é uma daquelas fotos que a gente precisa parar e contemplar por alguns minutos: um caminhão GMC, um Citroen, um Studebacker, uma Jardineira, um casal esperando o bom e cortês atendente do posto de gasolina que iria verificar a água do motor (tinha que colocar água sempre), uma adolescente descendo a rua com a calma dos anjos. Ao fundo, o prédio da Escola Normal que era dirigido pela professora Ana Pinto Duarte Paes e ficava na esquina da Barão com Padroeira. (Arquivo João Rossi)
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1969: Karmann-Ghia estacionado na Praça da Bandeira, que hoje conta com o terminal central…

Posto de Gasolina no início dos anos 1940. Esse estabelecimento existe até hoje no mesmo local: avenida Dr. Cavalcante, esquina com a Rua Bartholomeu Lourenço.

Anos 1960: Rua Bernardino de Campos. Ao fundo a Catedral Nossa Senhora do Desterro. No lado esquerdo da foto, um carrão do melhor estilo da máfia…

Auto Posto Tecar (hoje Posto Ypiranga), na avenida Antenor Soares Gandra. Em frente, o bar Sete de Setembro, no comecinho do bairro da Colônia. Era a inauguração do posto, em 1972. (Arquivo Carlos André Adriani Möhrle)

Mais uma dos anos 1960 – Esquina da Rua Vigário J.J. Rodrigues com Rua José do Patrocínio. O prédio da Foto Imperial, da família Matsuda, foi demolido para a duplicação da via. (Foto Elio Cocheo)

Posto de gasolina na esquina da rua São José com Rangel Pestana no final dos anos 1930.

Casa Eber, de Francisco Eber, antes do prédio servir para armazém da Argos. Idos de 1939. Margarida Eber abastecia os automóveis e caminhões na bomba de gasolina que ficava na calçada.
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