Pesquisa: Para compras, mulheres vão ao CENTRO dirigindo

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Os primeiros resultados da pesquisa Ativa!, realizada entre os dias 1º e 10 de setembro, foram divulgados pela Prefeitura de Jundiaí. O levantamento contou com a participação de 2.031 participantes que responderam questões sobre o centro da cidade. A maioria dos questionários foi respondida por mulheres com idade entre 30 e 49 anos. Quase sempre elas vão sozinhas ao centro por causa do comércio, serviços e lazer. O patrimônio histórico é o que mais gostam de ver quando estão passeando pelas estreitas ruas centrais.

Aliás, do total de respostas, 1.239 pessoas utilizam carro ou moto como principal meio de locomoção até o centro. Também foi perguntado o que influenciaria a troca do carro ou moto pelo transporte ativo, a pé ou bicicleta, por exemplo. A resposta, para a maioria das pessoas é que o Poder Público precisa melhorar a segurança, tanto a pessoal quanto a viária. Já no centro, 93% dos entrevistados revelaram que andam a pé.

A pesquisa foi feita por meio das Unidades de Gestão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente (UGPUMA) e Mobilidade e Transporte (UGMT). Através dos dados serão balizadas as ações do Plano Estratégico de Requalificação do Centro. Já está sendo preparado um projeto que para o aumento da área transitável para pedestres em várias ruas. No cruzamento das ruas Siqueira de Moraes e Barão de Jundiaí, a rua será elevada para garantir acessibilidade às pessoas nas travessias(ilustração abaixo). Também estão previstas intervenções de ampliações de calçadas nos cruzamentos da Siqueira de Moraes com as Ruas XV de Novembro, Prudente de Moraes, Marechal Deodoro da Fonseca e Rangel Pestana para maior segurança dos pedestres.

“A pesquisa de percepção do Centro é um esforço em conjunto entre Poder Público, moradores, comerciantes e frequentadores do Centro para que as políticas públicas sigam de uma maneira persistente para que o movimento seja mantido. Conhecer a expectativa ajuda a orientar as ações”, disse o gestor da UGPUMA, Sinésio Scarabello Filho.

“É um trabalho intersetorial muito importante que busca, através das escutas com a comunidade, informações para que as intervenções sejam mais efetivas, uma vez que, os próprios frequentadores do Centro da cidade apontam os seus anseios. Sendo assim, conseguiremos transformar a área central em um espaço com melhores condições de mobilidade, lembrou o gestor de Mobilidade e Transporte, Aloysio Queiroz.

“Os projetos pilotos, desde o início da formulação do programa, já contemplavam os dados oficiais, mas a pesquisa de percepção veio ratificar as principais necessidades do pedestres, especialmente na rua Siqueira de Moraes, uma das ruas em que foram registrados mais sinistros de trânsito no Centro”, disse a arquiteta da UGPUMA, Alissandra Bernardini.(Foto: Artur Henrique Imagens Aéreas)

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