Assessora parlamentar da liderança do PT na Câmara Municipal de São Paulo e mulher do presidente da sigla no estado, Talita Greco, pediu exoneração do cargo. Na semana passada, ela foi foi vista e fotografada saindo de uma academia de Jundiaí durante o horário de expediente. Nomeada com salário bruto de R$ 10.544,71, Talita assumiu o cargo comissionado há cerca de dois meses. Questionada sobre a denúncia na ocasião, Talita afirmou que estava na Câmara Municipal. Ela negou ter estado na academia, apesar de ter sido fotografada saindo do local menos de uma hora antes.
A assessora foi nomeada assessora da liderança do PT um mês após ser exonerada da Mesa Diretora da Câmara(foto), órgão responsável por comandar os trabalhos legislativos e administrativos. Ela estava no cargo desde março de 2022, quando ocupou a vaga deixada pelo seu marido, o deputado federal Kiko Celeguim (PT), presidente da sigla no estado de São Paulo e ex-prefeito de Franco da Rocha. Naquele ano, Celeguim foi eleito deputado federal.
Diferentemente de um cargo efetivo, que exige concurso público, o comissionado é de livre nomeação e exoneração na administração pública. Costuma ser ocupado para atividades de confiança, chefia ou assessoramento. Segundo a reportagem da Folha, sócia de uma academia de spinning em Jundiaí, a assessora foi fotografada deixando o local às 11h05 de segunda-feira(18). Segundo a liderança do PT na Câmara, o expediente dela era das 10h às 19h, “podendo esporadicamente exercer atividades externas ligadas a sua função”.(Foto: André Bueno/Câmara Municipal de São Paulo)
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