Fortalecer o sistema público de saúde de cada cidade da RMJ, integrando os equipamentos de alta e média complexidade para que o atendimento seja mais rápido e eficiente para a população. Essa é a tese defendida pelo ex-prefeito de Jundiaí e candidato a deputado federal, Luiz Fernando Machado, para garantir à população de quase 1 milhão de habitantes da RMJ, serviços de alta e média complexidade, de forma a sistematizar e otimizar as redes hospitalar e pré-hospitalar instaladas nas cidades da região. Ainda mais agora que a RMJ está ampliando essa rede – com a entrega de novos equipamentos em Várzea Paulista e Cabreúva – a estrutura, a estrutura precisa ser reforçada.
“Jundiaí hoje centraliza no Hospital São Vicente quase a totalidade dos atendimentos de saúde de alta complexidade e boa parte da média. Apesar dele ser referência para a região, o hospital está sobrecarregado. Com a operacionalização do Hospital de Várzea Paulista e a UPA de Cabreúva – que é quase um hospital -, os atendimentos serão reordenados, reduzindo a pressão nos leitos do HSV e possibilitando que ele cresça em produção de serviços complexos”, detalhou Luiz Fernando.
O Sistema Único de Saúde (SUS), a partir dos estados e suas regionais, gerenciam as redes gerais de atendimento. Em São Paulo, a Central de Regulação de Ofertas de Serviço de Saúde (Cross) é o centralizador dos serviços. A proposta para a RMJ é estabelecer uma rede integrada entre os equipamentos de cada cidade, unindo ofertas que cada serviço tem para a solução das necessidades da população.
“Tivemos uma experiência durante a pandemia da Covid-19, em que o Hospital de Campo Limpo Paulista passou a fazer partos daquela cidade, de Jarinu e Várzea Paulista. Já o HSV era dedicado ao cuidado dos pacientes da Covid-19, destinando outras patologias para o Hospital Regional”, relembrou.
Agora, o novo hospital de Várzea contará com a oferta de atendimento às gestantes em trabalho de parto, bem como ortopedia e oftalmologia. A UPA de Cabreúva abrange o atendimento de urgência e emergência daquela região, assim como a UPA Vetor Oeste, em Jundiaí, garante o atendimento para aquela região. Jundiaí ainda conta com outros PAs descentralizados, como o da Ponte São João e Retiro, além do Central, – e o da Vila Progresso, que teve a obra paralisada – para abarcar os casos emergenciais. Com os serviços trabalhando em sincronia, os recursos serão otimizados e o atendimento à população fica mais ágil.
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