O céu sobre um dos destinos turísticos mais impressionantes da Argentina tornou-se cenário de um novo mistério ufológico. Fotografias registradas nas proximidades do Glaciar Perito Moreno, localizado no Parque Nacional Los Glaciares, na Patagônia argentina, revelaram pequenas formas escuras que despertaram a atenção de turistas e guias da região. O detalhe mais intrigante é que, segundo os responsáveis pelos registros, os supostos objetos não foram percebidos a olho nu no momento em que as imagens foram capturadas.
O caso foi divulgado em 18 de outubro de 2026 pelo portal argentino Señal Calafate, que recebeu fotografias, um vídeo e depoimentos de pessoas que estiveram na região. O material passou a alimentar discussões sobre a possível presença de objetos voadores não identificados, embora também tenham surgido interpretações envolvendo fenômenos ópticos e anomalias fotográficas.
Entre os registros encaminhados ao veículo de comunicação está uma fotografia compartilhada por uma pessoa identificada como ‘Cali’. Na imagem, é possível observar um pequeno ponto escuro, aparentemente suspenso no céu, acima das montanhas cobertas de neve que compõem a paisagem da região. A forma não apresenta detalhes suficientes para permitir uma identificação segura.
Segundo Cali, registros semelhantes estariam ocorrendo repetidamente nos últimos dias, circunstância que aumentou a curiosidade de visitantes e profissionais ligados ao turismo da Patagônia. Entretanto, até o momento, não foram apresentados elementos que permitam confirmar se as manchas correspondem a objetos físicos presentes no céu ou a efeitos produzidos durante o processo fotográfico.
Vídeo mostra turistas tentando identificar os objetos – Um dos elementos mais interessantes do caso é um vídeo compartilhado com o Señal Calafate, no qual um turista utiliza a câmera de um telefone celular para demonstrar como as misteriosas marcas aparecem nas fotografias.
Na gravação, o visitante aponta o aparelho em direção às montanhas e realiza três fotografias consecutivas. Em seguida, as imagens são examinadas diretamente na tela do celular, com ampliações de diferentes áreas da paisagem na tentativa de localizar possíveis anomalias.
A repercussão das imagens entre turistas e guias turísticos da Patagônia trouxe à tona diferentes hipóteses. Enquanto alguns visitantes interpretam as formas escuras como possíveis UFOs, outros consideram explicações relacionadas a ilusões ópticas ou características do próprio equipamento fotográfico.
A presença de pequenos pontos em imagens digitais pode estar associada a diversos fatores, incluindo partículas próximas à lente, insetos, aves distantes, sujeira no sistema óptico ou artefatos produzidos pelo processamento da imagem.
Também é possível que objetos presentes na paisagem tenham passado despercebidos durante o registro, tornando-se visíveis apenas quando as fotografias foram ampliadas.
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Por outro lado, nenhuma dessas possibilidades pode ser considerada uma explicação definitiva sem uma análise técnica dos arquivos originais, das condições ambientais e das características dos equipamentos utilizados.
Uma investigação mais aprofundada exigiria o acesso às fotografias em sua resolução original, aos metadados dos arquivos e, principalmente, à sequência completa dos registros. Esses elementos poderiam ajudar a determinar se os pontos aparecem sempre na mesma posição relativa ao enquadramento ou se apresentam mudanças compatíveis com objetos reais no ambiente. (Texto e foto: Revista Fenômeno OVNI)
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