Astronauta revela TESTE para detectar vida extraterrestre

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Anil Menon, médico de emergência e coronel da Força Espacial dos EUA, estará a bordo da missão Soyuz MS-29 neste mês. Embora seu objetivo principal seja estudar os impactos fisiológicos de voos espaciais de longa duração, o astronauta confirmou planos para buscar vida microbiológica durante uma série de atividades extraveiculares (caminhadas espaciais). “O que estamos tentando descobrir é se existe alguma bactéria capaz de sobreviver na parte externa da estação espacial“, disse Menon à Newsweek.

O experimento tem como objetivo determinar se organismos biológicos podem sobreviver ao ambiente brutal e sem filtros do espaço sideral, caracterizado pela radiação cósmica e por variações térmicas extremas. “Relatórios anteriores nos fizeram pensar que talvez fosse possível, mas não estava claro se tínhamos um controle realmente bom, como se pudéssemos ter contaminado o ambiente. Faremos um bom trabalho para realizar um experimento muito controlado e isso trará descobertas científicas ainda mais interessantes sobre outras formas de vida no espaço”, comentou o astronauta

“Agora que foi desclassificado, posso dizer com toda certeza se os encontrar. Então, com certeza darei prosseguimento a isso caso tenha qualquer interação com extraterrestres. Faço essa promessa solene. Mas não era algo que eu necessariamente planejava fazer“, acrescentou. No entanto, o principal foco do astronauta será estudar o impacto das viagens espaciais e dos ambientes de baixa gravidade no corpo humano — inclusive no seu próprio.

“Estou extremamente entusiasmado com a oportunidade de estar no espaço e vivenciar as mudanças que ocorrem no corpo humano lá em cima“, disse Menon à Newsweek. “Passei a maior parte da vida estudando medicina, saúde e doenças. E então dediquei todo o meu tempo, como uma especialização, à medicina espacial. Então, é simplesmente algo único poder ver como isso acontece”.

Essa pesquisa será crucial para os planos de viagens humanas a Marte — e, quem sabe, um dia, até mesmo de vida lá. “Essa é a razão principal pela qual temos a estação espacial: para descobrir quais são esses desafios, encontrar contramedidas e torná-los possíveis. Por exemplo, você sabe que perdemos cerca de 3% da nossa massa óssea por mês no espaço. Agora imagine isso se acumulando ao longo do tempo. Ficaríamos suscetíveis a fraturas por qualquer coisa. Também já sabemos que exercícios reduzem a perda”, explicou o astronauta.

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Menon reconheceu que podem existir outros desafios para a vida em Marte, incluindo substâncias químicas tóxicas como os percloratos. “É por isso que estamos usando a base na Terra e na Lua como uma plataforma para realizar essas tarefas e simplesmente abrir ainda mais portas para nós“, concluiu ele. (Fonte: Newsweek/Texto: Revista Fenômeno UFO/Foto: Nasa)

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