CONEXÕES sustentam pessoas, carreiras e organizações

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Em um mundo orientado por desempenho, tecnologia e velocidade, uma pergunta tem desafiado líderes, pesquisadores e empresas: o que realmente sustenta o desenvolvimento humano ao longo do tempo? Não se trata apenas de uma reflexão filosófica, mas de uma questão investigada há décadas pela ciência. A Universidade de Harvard há 80 anos conduz um dos estudos mais extensos sobre desenvolvimento humano (Study of Adult Development). A pesquisa começou acompanhando 238 estudantes e com o tempo ampliou para mais de 2 mil pessoas e seus descendentes, o resultado é consistente e surpreendentemente simples: o principal fator associado à saúde, ao bem-estar e à longevidade não é renda, status ou sucesso profissional, mas a qualidade dos relacionamentos, das conexões. No ambiente organizacional, os dados seguem na mesma direção.

Pesquisas da Gallup mostram que vínculos interpessoais positivos estão diretamente relacionados a níveis mais altos de engajamento e produtividade, enquanto estudos do MIT Human Dynamics Lab demonstram que a qualidade das interações sociais dentro das equipes é um dos principais fatores de desempenho coletivo, muitas vezes superando variáveis como talento individual, processos formais ou estrutura hierárquica.

As conexões, portanto, deixaram de ser apenas um conceito emocional para se tornar, cada vez mais, estratégia organizacional. Empresas que compreendem isso investem em confiança, pertencimento e segurança psicológica não como elementos intangíveis ou periféricos, mas como fundamentos da performance sustentável.

Líderes que constroem ambientes relacionamentos saudáveis não apenas fortalecem o clima organizacional, mas ampliam a capacidade adaptativa de suas equipes, favorecendo aprendizagem contínua, colaboração genuína e inovação consistente. Onde há conexão, há cooperação; onde há cooperação, há aprendizagem. E onde há aprendizagem, há evolução.

Embora amplamente estudado, o impacto das conexões é mais facilmente compreendido quando observado em histórias reais, na forma como encontros transformam decisões, trajetórias e identidades. É justamente essa passagem da teoria para a experiência vivida que tem ganhado espaço em diferentes iniciativas. Um exemplo recente desse movimento é a obra coletiva O Poder das Conexões, que alcançou primeiro lugar na categoria Educação e reconhecimento como best-seller pela Amazon em janeiro desde ano, sinalizando o quanto o tema dialoga com inquietações profundas do nosso tempo.

O livro reúne autores que exploram, a partir de suas próprias trajetórias, o impacto dos encontros na construção de caminhos pessoais e profissionais. Cada capítulo é um relato genuíno, no qual os autores abrem seus bastidores, processos e jornadas. As abordagens são diversas, perpassando temas como criatividade, liderança, experiência pessoal, inovação, encantamento, cultura e tecnologia aplicada, um reflexo da premissa central de que negócios e líderes não crescem sozinhos.

Se conexões se constroem na presença e no encontro, faz sentido que a celebração de uma obra sobre vínculos aconteça da mesma forma. No próximo dia 27, a cidade de Jundiaí receberá o lançamento oficial do livro, com noite de autógrafos na Livraria Leitura do Maxi Shopping. Mais do que a apresentação de uma publicação que alcançou destaque editorial, o evento se propõe a ser um espaço de convivência, diálogo e troca entre autores e leitores, um ambiente onde o conceito central da obra deixa de ser apenas tema e se transforma em experiência.

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Em um tempo marcado por interações aceleradas e frequentemente superficiais, encontros presenciais recuperam um valor que nenhuma mediação digital substitui completamente: o de gerar memória compartilhada, reconhecimento e pertencimento. Para quem observa organizações, lideranças e trajetórias com atenção, a conclusão se torna cada vez mais evidente: resultados podem ser planejados, processos podem ser estruturados e estratégias podem ser desenhadas, mas são as relações que sustentam tudo isso ao longo do tempo.

E talvez o gesto mais coerente diante dessa compreensão seja simples: encontrar pessoas, conversar, compartilhar histórias e permitir que novos vínculos se formem.(Foto: Mikhail Nilov/Pexels)

DANY MORAES

Consultora de Projetos de Recursos Humanos e Educação Corporativa. Atua na área de Gente & Gestão há 20 anos, com especializações em Felicidade e Qualidade de Vida no Trabalho, Inteligência Emocional e Líder Coach. Contatos: E-mail: dany.moraes@gmail.com. Instagram: @soudanymoraes. LinkedIn: daniela-moraes-marques.WhatsApp: 11 982659384Acesse também: @sejaexpandente(Foto ao lado: Tris Nogueira – Foto principal: Ron Lach/Pexels)

Gente e Gestão é uma expressão que se refere ao conjunto de práticas, políticas e processos relacionados à gestão de pessoas dentro de uma organização, engloba todas as atividades e estratégias voltadas para o desenvolvimento, motivação, engajamento e bem-estar dos colaboradores de uma empresa.

Isso inclui recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento de carreira, avaliação de desempenho, remuneração, benefícios, comunicação interna, cultura organizacional, entre outros aspectos que impactam diretamente o capital humano e o ambiente de trabalho.

A expressão Gente e Gestão enfatiza a importância das pessoas como um dos principais ativos de uma organização e reconhece que uma gestão eficaz dos recursos humanos é fundamental para o sucesso e sustentabilidade do negócio. 

E também ressalta a necessidade de uma abordagem humanizada e centrada nas pessoas na condução das atividades relacionadas à gestão de talentos dentro da empresa e a produtividade sustentável.

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