Durante muito tempo, falar de dados nas empresas significou falar de tecnologia: sistemas, ferramentas, dashboards e automações. Mas, na prática, muitas organizações investem pesado nisso tudo e continuam tomando decisões no improviso, na intuição ou no “sempre foi assim”. O problema, quase sempre, não está na tecnologia. Está na cultura.
Cultura de dados não surge quando se compra uma nova ferramenta ou se monta um time especializado. Ela se constrói no dia a dia, na forma como as decisões são feitas, questionadas e sustentadas dentro da empresa.
Dados só geram valor quando viram decisão – Empresas que ainda não desenvolveram uma cultura de dados costumam apresentar sinais bem claros: relatórios que ninguém usa, números que não batem entre áreas, dependência excessiva da TI para responder perguntas simples e decisões estratégicas baseadas mais em percepção do que em fatos.
Isso não é um problema técnico. É um problema de comportamento organizacional. Existe cultura de dados quando:
• As perguntas vêm antes das soluções,
• Os dados sustentam decisões reais, não apenas apresentações,
• As áreas falam a mesma língua ao olhar para os números,
• E a liderança dá o exemplo, usando dados de forma consistente.
O erro mais comum: pular a base – Muitas empresas querem criar uma cultura de dados sem resolver o básico: dados organizados, confiáveis e acessíveis.
Sem essa base, a confiança se perde, os relatórios viram desconfiança, surgem planilhas paralelas e, aos poucos, o uso de dados desaparece da rotina.
É nesse ponto que soluções como o I-Know entram não como protagonistas, mas como infraestrutura invisível. Ao organizar, integrar e entregar dados prontos para uso, ele elimina um dos maiores bloqueios culturais: o acesso simples à informação correta.
Cultura se constrói onde a decisão acontece – Não existe cultura de dados se o financeiro não confia nos números, se o comercial trabalha com visões parciais ou se a liderança não tem uma visão integrada do negócio.
Quando os dados chegam claros, confiáveis e no tempo certo, as conversas mudam. As áreas passam a discutir fatos, não versões. As decisões ganham mais velocidade, segurança e coerência.
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Mais cultura, menos achismo – Estratégia sem dados vira intenção. Dados sem cultura viram ruído. Empresas que investem na construção de uma cultura de dados conseguem reagir mais rápido, antecipar riscos e crescer com menos improviso. A tecnologia ajuda, mas o que realmente sustenta essa transformação é o comportamento das pessoas.
Porque, no fim das contas, cultura de dados não nasce pronta. Ela é construída quando dados, pessoas e decisões passam a falar a mesma língua.(Foto: Cottonbro Studio/Pexels)

MARIO TAKAMI
Executivo sênior com mais de 10 anos de experiência em Business & Data Analytics, transformação digital e otimização de operações empresariais. Fundador e CEO da IN10, destaca-se como agente de inovação no uso estratégico de dados para acelerar a tomada de decisões e maximizar a eficiência dos negócios. Com uma abordagem prática e orientada a resultados, ajuda empresas a reduzir custos e transformar dados brutos em insights acionáveis, eliminando processos complexos e demorados.
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