ELEIÇÕES em Jundiaí: Mulheres são maioria. Idosos têm 87 mil votos

ELEIÇÕES

O colégio eleitoral de Jundiaí chega a fevereiro de 2026 com o registro de 336.450 eleitores aptos, consolidando-se como um dos polos políticos mais expressivos do interior paulista. Os dados, extraídos do Portal de Estatísticas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e atualizados até janeiro deste ano, revelam uma cidade com eleitorado majoritariamente feminino, um envelhecimento populacional acentuado e avanços na representatividade. Confira as principais características de quem votará nas eleições de outubro deste ano:

Divisão de gênero e nome social – A hegemonia das mulheres permanece estável: elas representam 53% do total, o que equivale a cerca de 178 mil eleitoras, enquanto os homens somam 47%, totalizando aproximadamente 158 mil cidadãos. No campo da identidade de gênero, o uso do nome social — direito de pessoas transgênero serem identificadas pela forma como são reconhecidas socialmente — alcançou a marca de 150 registros na cidade. Importante destacar que o TSE não coleta dados sobre orientação sexual, restringindo-se à identidade de gênero declarada.

O peso do voto idoso – Um dos recortes mais impactantes de Jundiaí para as eleições deste ano é o volume de cidadãos acima de 60 anos, que já ultrapassa a marca de 87 mil pessoas. Este grupo representa mais de 25% de todo o colégio eleitoral. O detalhamento das faixas etárias reflete o envelhecimento da população local, com 48.500 eleitores entre 60 e 69 anos; 27.200 entre 70 e 79 anos; 9.800 entre 80 e 89 anos; 2.100 entre 90 e 99 anos; e 110 eleitores com mais de 100 anos. Para os maiores de 70 anos, o voto é facultativo, o que coloca nas mãos de quase 40 mil jundiaienses a decisão voluntária de comparecer às urnas em outubro.

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Grau de escolaridade e instrução – Os indicadores de instrução do eleitorado jundiaiense revelam um perfil de alta escolaridade. O grupo de eleitores com ensino médio completo é o mais numeroso, somando 108.500 pessoas, seguido de perto por aqueles que possuem ensino superior completo, que totalizam 82.400 cidadãos. Por outro lado, o levantamento do tribunal aponta que a cidade ainda possui desafios educacionais: cerca de 45.300 eleitores possuem o ensino fundamental incompleto e aproximadamente 6.200 declararam-se analfabetos. Outros 15.600 eleitores informaram apenas saber ler e escrever, sem escolaridade formal concluída.

Acessibilidade e inclusão – O levantamento aponta que 3.250 eleitores declararam algum tipo de deficiência ou necessidade especial ao tribunal. Esse dado orienta a logística para garantir seções acessíveis no dia do pleito. Dentro deste grupo, a deficiência de locomoção é a mais frequente, com 1.460 eleitores, seguida por deficiências visuais, com 480 registros, e auditivas, com 325.(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

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