A história do Santuário Diocesano Nossa Senhora Aparecida, na Vila Rami, começou no final da década de 1930. E a família de Nivaldo Ferrari faz parte do nascimento e crescimento da igreja. Saiba mais assistindo à reportagem de Márcio Miguel, da TVTEC:
12 de outubro de 1717 – Neste dia, na vila de Guarantinguetá, o Vale do Paraíba paulista, preparava uma festa para receber o conde de Assumar, governador da província. Para garantir peixes para o banquete, três pescadores — Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves — lançaram suas redes nas águas do Rio Paraíba do Sul.

Após horas de buscas infrutíferas, João Alves puxou a rede e encontrou o corpo de uma pequena imagem de terracota preta de Nossa Senhora da Conceição, sem a cabeça. Em um segundo lançamento, a cabeça da santa foi resgatada. O ato seguinte marcou o início da devoção: os pescadores, que antes voltavam de mãos vazias, recolheram uma quantidade farta de peixes, no que consideraram o primeiro milagre da santa.
A imagem permaneceu com a família de Filipe Pedroso por anos, atraindo fiéis para rezar o terço. Em 1745, a primeira capela foi construída. Com o crescimento dos relatos de graças alcançadas, a devoção se espalhou pelo país. Em 1930, o Papa Pio XI proclamou oficialmente Nossa Senhora da Conceição Aparecida como Padroeira do Brasil. Hoje, o Santuário Nacional de Aparecida, que abriga a imagem sagrada, é o maior templo mariano do mundo e o principal destino de peregrinação católica no país, reunindo milhões de fiéis todos os anos.(Foto principal: pnjjundiai)
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