Temos muitos motivos de admiração pelo universo que habitamos. Nossa consciência negra nos faz seguir num caminho cheio de incertezas, mas intercalado de uma boa razão para sonhar com algo que valha a pena: a resistência!
Sejamos leves e flutuemos, como os dias que passam suavemente, mas que justificam o tempo que corre atrás dos motivos nobres das vivências. Para se acabar com as guerras no mundo, enfraquecendo o potencial dos conflitos, e estruturar na humanidade o amor, a justiça e a liberdade, razão da vida. Como diria Renato Russo, “quem acredita sempre alcança”.
A ansiedade social não é o problema, teremos que fazer voltar às palavras, o sentido original de como e quando elas foram criadas e assim concebidas. Não como elas foram descaracterizadas e sendo utilizadas conforme os interesses de determinados grupos de manipuladores de massas, que só visam o lucro imediato e de maneira fácil, corruptamente como a maioria dos políticos.
O melhor do dinheiro é poder fazer o bem!
Hoje, amanhã e sempre, investirmos num tempo de gratidão eterna. Um livre fim da iniciativa do futuro, que se adiantou e criou a vida nova, até o tempo do sem fim. Que venha o Afrofuturismo, numa cumplicidade com a resistência e a eternidade, onde só o céu é o limite. Temos de valorizar as coisas do alto. No axé dos nossos Orixás e na nossa ancestralidade genuína.
Distinto não é de instinto, nem distinta é de extinta. Nem dizem tudo, da tradição e da tradução das forças da natureza. As histórias das coisas que construímos, e vamos deixar tudo aqui, pois pertencem a ao universo. Nada é de mim. Assim sejamos luz que é a sabedoria dos veículos da Consciência.
Só assim seremos o que fomos sempre, seres universais infinitos. A cabeça fria tem o controle da situação, o tempo também traz algumas respostas.
As brisas e os ventos em comum acordo levam e trazem variadas notícias. A vida segue nessa levada, com calmaria ou ventania, sol e chuva, tempo quente e frentes frias ou variantes. Depois não é sinônimo de vida, a existência é feita de atos instantâneos…
Não queremos só a Consciência Negra, queremos consistência com assistência permanente.
Ser negro não é ser negligente…
Vivendo até agora, acostumados com um mundo de “aberturas”, tudo levava a crer, que “aberturas de caminhos” seria uma variante constante.
Atualmente neste universo de estranhamentos, só vivemos “abreviaturas” o que nos deixa sempre muito surpresos porque segue uma cultura de impedimentos.
Além de não ser a mesma coisa é exatamente o contrário. Mentiras e negacionismos que nos colocam num caminho de pedras, cheio de ciladas e desgovernos.
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Não há profecia a ser justificada, só a incoerência dos dias que se seguem com o desrespeito humano às leis da natureza, que por falta de oxigênio provocado pelo desmatamento os fazem dementes.
Salve o mensageiro da Alvorada. Laroyê Exu, paciência e compreensão nos contratempos, as forças com mais resistência para que haja no presente as mudanças das injustiças do passado. São causas atuais que a imprensa não constata. Nem contesta!(Foto:Fireworks Uche/Pexels)

LUIZ ALBERTO CARLOS
Natural de Jundiaí, é poeta e escritor. Contribui literariamente aos jornais e revistas locais. Possui livros publicados e é participante habitual das antologias poéticas da cidade.
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