Usar ROUPAS BRANCAS no Réveillon. De onde veio esta tradição?

roupas brancas

Quando acaba o ano e logo vem outro o que mais a gente quer é que tudo se renove, que tudo fique bem e que estejamos alinhados com tudo que vier de bom. É um momento de reflexão sobre nossas escolhas e novas metas propostas por nós mesmos e não importa onde você esteja, a tradição é usar roupas brancas. Mas de onde vem isso?
O branco é a cor que simboliza paz e harmonia. A influência desse comportamento, dessa tradição por todo Brasil, vem diretamente das influências das religiões de matriz africana.

Com o hábito destas religiões de agradecer e fazer oferendas para os Orixás usando roupas brancas, realizando uma festa muito bonita nas praias, a ideia se estendeu e as pessoas começaram a replicar a vestimenta e levar o figurino para outros lugares, criando uma tradição.

A cor branca que simboliza essencialmente a paz. Na África é usada para se purificar espiritualmente e homenagear os ancestrais e seus Santos. Lá e aqui, a cor branca que é a cor de Oxalá. É também a cor das sextas-feiras, quando nos terreiros os religiosos africanos se encontram.

Neste ano temos bons motivos para usar roupas brancas no Réveillon e acreditar em tudo que a cor representa: paz de espírito e harmonia. Afinal, nós brasileiros tivemos um ano complicado em todas as esferas sociais.

Além da celebração de um novo ciclo que pode nos trazer muitas mudanças para melhor, a virada ocorrerá numa sexta-feira, um bom motivo para nos vestirmos de branco e exercitar nossos pensamentos positivos e nossas boas energias com votos de dias bons para todos. Feliz 2022!!!(Foto: Freepik)

CRISTINA HAUTZ

Formada em Desenho de Comunicação e Arte e Fotojornalismo. Trabalhou por 30 anos na área jornalistica, atuando em diversos jornais do interior e da capital como repórter-fotográfica. Assinou colunas importantes por 10 anos, onde trazia novidades de beleza, do mundo da moda, cotidiano artístico e assuntos gerais. Atuou como produtora de moda, criação de estilo e produção de imagem para revistas com trabalhos desenvolvidos na Europa, Caribe, e vários lugares do Brasil. Também atua na área das artes plásticas tendo efetuado exposições no Teatro Polytheama, Gabinete de Leitura Rui Barbosa em Jundiaí e na Galeria Lucas Foletto de Florianópolis, Santa Catarina.

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