Dos 31 itens que serão votados na próxima sessão da Câmara Municipal de Jundiaí, terça-feira(17), pelo menos dois deverão gerar polêmica entre os vereadores bolsonaristas. O primeiro é o que cria política de proteção à liberdade religiosa em escolas públicas e privadas. Neste caso, as discussões não serão pelo projeto em si já que aborda todas as religiões e sim pelo motivo que levou o vereador Cristiano Lopes a apresentá-lo: um menino, filho de umbandistas, foi vítima de preconceito religioso em uma Emeb. A outra proposta que certamente causará discussões acaloradas é o que prevê proteção para os LGBTs – ignorados e até combatidos pelos direitistas – em bares e casas noturnas. Confira a pauta da próxima sessão que contará ainda com 17 projetos de denominação e três moções:
– Projeto de Resolução 884/2025, do vereador Madson Henrique, que altera o Regimento Interno para criar o Diploma “Germano Luiz Gonçalves”.
– Projeto de Resolução 875/2025, da vereadora Quézia de Lucca, que cria a Galeria das Vereadoras da Câmara Municipal de Jundiaí.
– Projeto de lei 14.520/2025, do vereador Rodrigo Albino, criando o “Programa Palmirinha”, de oficinas de culinária e empreendedorismo para mulheres idosas em situação de vulnerabilidade.
– Projeto de lei 14.865/2025, do vereador Dika Xique Xique, que institui e inclui no Calendário Municipal de Eventos o “Dia do Orgulho Autista” (18 de junho).
– Projeto de lei 15.146/2026, da vereadora Mariana Janeiro, instituindo e incluindo no Calendário Municipal de Eventos o “Dia do Luto e de Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídios” (17 de outubro).
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– Projeto de lei 15.154/2026, dos vereadores Paulo Sérgio Martins e Henrique Parra Parra Filho, que altera a Lei 8.351/2014, que instituiu “Normas de Defesa e Bem-Estar Animal”, para proibir manter cães e gatos sozinhos em residências ou estabelecimentos por período superior a 36 horas consecutivas, e estabelecer penalidades administrativas.
– Projeto de lei 15.162/2026, do prefeito Gustavo Martinelli, alterando artigo da Lei nº 5.999, de 26 de fevereiro de 2003, que “Cria o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e o Fundo Especial dos Direitos da Mulher” para promover maior democratização e pluralidade na composição do Conselho.
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