A Uva Niagara Rosada de Jundiahy, comercializada na 41ª Festa da Uva, conquistou o selo de Indicação Geográfica (IG), reconhecimento nacional de valorização da origem, da qualidade e da identidade de um dos maiores símbolos da cidade. O registro fortalece a reputação da fruta e o trabalho dos produtores rurais, além de consolidar Jundiaí como referência na viticultura brasileira. Em breve, as embalagens deverão ser padronizadas e contarão com o selo. Existe, inclusive, a possibilidade de a uva ganhar canal exclusivo de vendas, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária. A vantagem da indicação é a garantia de que o consumidor estará recebendo o produto que tem o reconhecimento histórico do território, ligado à imigração italiana.
O lançamento da IG aconteceu na abertura da Festa, no último dia 15, com a presença do superintendente do Ministério da Agricultura e Pecuária no Estado de São Paulo, Estanislau Steck, e do auditor fiscal agropecuário, Francisco José Mitidieri, referência em indicação geográfica do Mapa no Estado. A indicação geográfica é um diferencial que valoriza características que tornam o produto único. Ela é atribuída a produtos ou serviços e, em geral, vinculada a um território e a um modo de fazer. O Estado de São Paulo tem 12 IGs reconhecidas, a maioria (9) voltada ao agro.
Mutação – A história da uva Niagara Rosada teve início em 1933, quando três cachos rosados surgiram em meio à variedade Niagara Branca, resultado de uma mutação genética espontânea, descoberta pelo viticultor Aurélio Franzin, no bairro Traviú. A descoberta impulsionou um ano depois, a realização da primeira Festa da Uva de Jundiahy.
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