15 de agosto. Dia em que Jundiaí para. É o dia da padroeira da cidade, Nossa Senhora do Desterro. A santa é homenageada até hoje. O feriado continua sendo mantido. Mas, na Jundiaí de Antigamente, a festa tinha um ar diferente. Como por exemplo as fotos principal e abaixo comprovam: as alunas do Educandário que leva o nome da padroeira, participam da procissão de 1960. As meninas estão paramentadas e as pessoas acompanham atentas na calçada. Mulheres de vestido. E, os homens, solenes, de terno e gravata(arquivo de Célia Moraes Azevedo).

Acima, também no anos 1960, os meninos vestidos de anjos, admiram a chuva de papel. E naquela época já estavam procurando o Queiroz!!! O sobrenome está escrito na sarjeta, à direita. Na verdade, Queiroz era um candidato que pintara o nome num bem público. Hoje seria crime eleitoral.

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Agora, um passeio pelo entorno da ‘Matriz’ Nossa Senhora do Desterro. Acima, vista da lateral da igreja, na rua Barão. O prédio não precisava ser protegido por grades, necessárias para afastar ladrões, mas que tiraram a beleza da Catedral e da própria praça.
Ao lado, foto tirada em 1900. Imagem rara mostrando o interior da principal igreja de Jundiaí há 119 anos. Os pés dos bancos são de ferro fundido.
Abaixo, o coreto e o jardim, nos anos 1930(Foto Ideal).
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