Federação PT/PCdoB/PV pode ‘melar’ frente contra Parimoschi?

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A frente partidária que está sendo criada em Jundiaí para enfrentar o candidato da administração, José Antônio Parimoschi(PL), precisará de muito diálogo para superar um grande entrave: a federação formada pelo PT, PCdoB e PV. Quem anda participando das discussões diz que já dois nomes estariam despontando nos partidos. Um deles seria o do ex-prefeito Pedro Bigardi, do PCdoB. O outro, do sociólogo e ex-vereador Paulo Malerba, do PT(ambos na foto).

Outros partidos, como PDT, Rede, PSB e PSOL teriam duas opções caso a federação PT/PCdoB/PV decidir em lançar um candidato próprio. Podem apoiá-lo ou lançar seus próprios nomes para a disputa da Prefeitura de Jundiaí de 2024. No último caso, a frente partidária que hoje está apenas engatinhando se racharia.

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Nomes – Bigardi disse que continua defendendo a tese do candidato único. “Na federação existem diversos nomes como o meu, o do Malerba, a Mariana Janeiro(PT), o Henrique Parra Parra Filho(PSOL), a Daniela da Camara(PT). A discussão para escolher uma pessoa precisa ser feita com muita tranquilidade. É preciso optar pelo o que há de melhor para o conjunto. Malerba, por outro lado, disse que neste momento não falará sobre este assunto

Paulo Tafarello, do PSOL, afirmou que conversou recentemente com o ex-vereador. “Sei que ele é um dos possíveis postulantes para representar este projeto. É um bom nome, assim como outros do próprio PT, PSOL e outros partidos que compõem as federações”, disse. Apesar das conversas, Tafarello assegurou que nada está definido em termos de nomes. “No PSOL, um projeto sólido para a cidade é o mais importante”, concluiu.

Felipe Pinheiro, porta-voz da Rede Sustentabilidade, tomou um cafezinho com o ex-prefeito, conforme postagens nas redes sociais. Ele lembra que a federação PT/PCdoB/PV “é a maior e com mais recursos. É a que tem os nomes mais expressivos eleitoralmente. Faz sentido apoiar o candidato dela. Porém, não somos obrigados a nada”. Ele afirma que a Rede está mais preocupada com a construção de um programa de governo. “Não adianta escolher um candidato e não ter claro o que esta pessoa irá defender na campanha. Vamos continuar no esforço da unificação da oposição. Mas, se tivermos que lançar candidatura própria, estaremos prontos e com conteúdo de qualidade para apresentar e dialogar com a população”.

Gerson Sartori, presidente do PDT, diz que já ouviu falar até no próprio nome para encabeçar a frente contrária ao candidato da administração. No entanto, acredita que o candidato da oposição sairá mesmo da federação PT/PCdoB/PV. “Não sei como estão as discussões internas desta federação ou mesmo os diálogo entre o PSOL e Rede. Mas, na minha opinião, dificilmente o escolhido será alguém que não seja da federação do PT, PCdoB e PV”, comentou.

Já o professor Oswaldo Fernandes, presidente do PSB, lembrou que a reunião de representantes de partidos ocorrida no último dia 5 foi informal e preparatória. “Não há nomes definidos para a frente. Não há pré-candidatos definidos. A união dos partidos deve ser muito bem estudada. Ela deverá ser enraizada em todos os segmentos da sociedade. Agora, cada partido tem liberdade e se quiser lançar um nome, deve lançar”, explicou. (Foto: Prefeitura de Jundiaí – junho/2013)

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