BIANCA RINALDI mora em Jundiaí. E está muito feliz aqui…

bianca

Recentemente, a atriz Bianca Rinaldi completou 52 anos e comemorou com o compartilhamento de uma foto nua nas redes sociais. Ela, que viveu a Escrava Isaura pela Record, em 2004, anda meio afastada da televisão. A boa notícia para os jundiaienses é que ela mora na cidade e está se sentido muito bem por aqui. O Jundiaí Agora entrevistou Bianca, que é casada com o empresário argentino Marcelo Menga:

Desde quando está morando em Jundiaí?

Moro em Jundiaí há seis anos, no Bairro Medeiros.

Antes morava onde?

Eu morava no Rio de Janeiro

Por que decidiu se mudar para a Terra da Uva?

Desde quando as nossas filhas nasceram. Beatriz e Sofia são gêmeas. Sempre vínhamos a Jundiaí nas férias visitar os filhos do Eduardo, do primeiro casamento dele. Com a chegada da pandemia, resolvemos mudar do Rio para Jundiaí, pela possibilidade de estarmos mais próximos dos irmãos das minhas filhas e da minha família que mora em São Paulo.

O que está achando da cidade?

Quando decidimos mudar eu disse que só sairia do Rio se fosse para Jundiai. Sempre gostei da cidade, do seu acolhimento, da sua segurança, da tranquilidade que oferece. Adoro Jundiaí, me sinto muito bem aqui. Muito segura.

E a adaptação das filhas?

As gêmeas vão completar 18 anos e moram comigo. No começo, a adaptação foi bem difícil por conta dos amigos, da escola, a praia. Mas hoje elas amam morar em Jundiaí, amam os amigos que fizeram e costumam ir ao shopping, cinemas, restaurantes, festas ou encontros em casas de amigos….

Seu sobrenome é de origem italiana. Jundiaí tem forte identidade com os italianos. Você percebe isso? Se sente à vontade com essas raízes locais?

Adoro os restaurantes italianos de Jundiaí e me sinto muito à vontade com essas raízes.

O que mais gosta em Jundiaí?

A segurança, a hospitalidade, e a proximidade com muitas áreas verdes como a Serra do Japi.

O que acha da vida cultural da cidade? Tem contato com artistas locais?

Já me apresentei duas vezes no Teatro Polytheama com meu espetáculo ‘Casa Comida e Alma Lavada’. O Polytheama é um teatro lindo. Aprecio muito o trabalho do Núcleo Nascem que trabalham com arte, cultura e mobilização. Os espetáculos teatrais desenvolvidos pelo grupo são sempre muito envolventes tocantes e necessários para toda a sociedade. Sou fã…

Do que sente falta?

Na verdade não sinto falta de nada. Jundiaí tem tudo o que preciso para o meu dia a dia, e o que não tem, está a 50 minutos daqui, em São Paulo. Ou a 20 minutos em Vinhedo, onde fica a minha dermatologista; ou 30 minutos em Valinhos onde fica a fisioterapeuta da família. Jundiaí é uma cidade que tem essa vantagem, estar próxima de várias outras cidades.

Costuma passear por aqui?

Gosto de caminhar no Eloy Chaves perto da Serra do Japi. Também vamos ao shopping e adoro conhecer os restaurantes pitorescos da cidade. Já gravei bastante no Parque da Cidade e no Mundo das Crianças…

Você é reconhecida nas ruas ou consegue ser uma ‘anônima’?

Sou muito reconhecida e recebo sempre um carinho, o que é muito gostoso e cheio de respeito. Ficar no anonimato e perder esse carinho? De jeito nenhum…

A Festa da Uva é o evento mais tradicional de Jundiaí. Já visitou?

Acredita que ainda não consegui ir à Festa da Uva?

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