Os ex-funcionários do JJ e do JC continuam mobilizados. Nos últimos dias, eles acionaram a ouvidoria do TRT 15(Tribunal Regional do Trabalho), com sede em Campinas. Eles reclamam da morosidade na solução dos processos trabalhistas abertos há 10 e 21 anos respectivamente. O TRT respondeu que a Secretaria Conjunta de Jundiaí “administra 35 mil processos e que a demora não decorre de inércia ou retardamento injustificado por parte desta unidade judiciária. Ao contrário, reflete o expressivo volume de processos em tramitação na fase de execução, aliado ao déficit crítico de força de trabalho”(leia análise clicando aqui). Diante da resposta, a demora foi denunciada ao Conselho Nacional de Justiça(CNJ) que, por sua vez, avisou que mandaria a queixa para o TRT. E, diante disto, um pedido de checagem de verbas publicitárias possivelmente recebidas pelo Jornal de Jundiaí foi negado 12 meses depois de protocolado.
Na Câmara Municipal, o vereador Paulo Sérgio Martins continua trabalhando para que o projeto 14.579 entre na pauta de votação. A proposta prevê que órgãos públicos de Jundiaí fiquem proibidos de contratar empresas de comunicação com pendências financeiras, trabalhistas ou civis. O Sindicato dos Jornalistas de Campinas está analisando as ações e a possibilidade de realizar reunião com os desembargadores do TRT. Veículos especializados como ‘Observatório da Imprensa’, ‘Portal dos Jornalistas’ e ‘Jornalistas & Cia’ divulgaram matérias sobre a morosidade da Justiça. Jornalistas de renome nacional – Heródoto Barbeiro, Carlos Motta e Fabbio Perez – apoiam a mobilização. O Jundiaí Agora está publicando série sobre a morosidade e recebeu como resposta do TRT que o órgão não se manifesta sobre processos em andamentos. Na cidade, várias pessoas vêm repercutindo nas redes sociais texto que cobra definição da Justiça do Trabalho em favor dos ex-trabalhadores do JJ e JC. Confira as postagens(imagem principal: Édi Gomes/IA):

José Felicio Ribeiro de Cezare é mestre e doutorando em Ensino e História de Ciências da Terra pela Unicamp. Também faz parte da Academia Jundiaiense de Letras. É pesquisador, historiador, professor, filósofo e poeta
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Miguel Édi Gomes é jornalista. Ele trabalhou no JJ e também no JC
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Claudemir Battaglini é promotor de Justiça (inativo), especialista em Direito Ambiental, professor universitário, consultor ambiental e advogado. Atualmente preside a Comissão de Meio Ambiente da OAB na Subseção Jundiaí e faz parte do Conselho de Defesa do Meio Ambiente de Jundiaí(Condema)
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Vinicius Prado de Morais é gerente de Jornalismo da Associação Comercial de São Paulo(ACSP), editor-chefe do Diário do Comércio. Também é advogado e mestre em Economia. Jornalista, trabalhou no JJ
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Afonso Machado é docente e coordenador do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Psicologia do Esporte(Lepespe), da Unesp. Mestre e Doutor pela Unicamp, livre docente em Psicologia do Esporte, pela UNESP, graduado em Psicologia, editor-chefe do Brazilian Journal of Sport Psychology
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Ronaldo Trentini é jornalista e trabalhou no JJ
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Carlos Togni, ex-procurador da Prefeitura, comandou o Procon de Jundiaí por vários anos
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