Ninguém gosta de falar dela. Mas, no final, é a morte quem manda. Não adianta ser bravo ou ser rico, como cantava Agepê em ‘Lá Vem o Trem’, nos anos 1970. Todo mundo terá o mesmo final. A morte é a única certeza da vida. No dia 2 de novembro é celebrado o Dia de Finados. Então, vamos voltar no tempo e lembrar como Jundiaí lidava com a morte num passado recente. Começando pelo Cemitério Nossa Senhora do Desterro nos final dos anos 1940 na foto principal. Apenas muros de pedra separava o mundo dos vivos daqueles que já se foram. Até que decidiram elevá-lo com tijolos…

Acima, a antiga Funerária Bonifácio, da família Rocha, marcou profundamente a memória de Jundiaí. Fundada por Bonifácio José da Rocha, imigrante português de Paredes de Coura, funcionou por décadas na Rua Vigário JJ Rodrigues, esquina com a Rua Secundino Veiga. Hoje, no local funciona um pizzaria

Ainda sobre a Funerária Bonifácio, a foto acima mostra uma carruagem funerária. Eram tempos em que não havia veículos com motores. A carruagem era puxada por cavalos. Nesta época, os velórios aconteciam nas próprias casas, os caixões eram preparados de forma quase artesanal, a cortina preta na porta anunciava o luto…

A fachada do Cemitério Nossa Senhora do Montenegro na década de 1970…

A região do Jardim Estádio e Cemitério Montenegro em 1959

O mesmo local em 1983…

… e 10 anos depois

A instalação de esgoto na Rua Campos Sales mostra as instalações da estação de tratamento de água de Jundiaí, hoje Velório Municipal Adamastor Fernandes.
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